As doenças do nosso século
4 de Julho de 2008Dentre as doenças espirituais apontadas como sendo marcas que antecedem a Segunda Vinda de Cristo (vale a pena observar que são comportamentos inerentes à natureza pecaminosa, desde a Queda, mas que têm se multiplicado em nossos dias) destacamos:
Egoísmo e a avareza.
Estes são sinais claros do reforço do individualismo.
Pessoas egoístas são centradas em si mesmas, e as avarentas confiam no poder do dinheiro e fazem o possível para que o acúmulo de recursos financeiros esteja sempre em suas mãos.
Incontinência.
Este mal refere-se à ausência de domínio próprio.
Como exemplo, observe uma pessoa que não pode comer determinado alimento por causa de recomendação médica de não ingerir sal.
Essa mesma pessoa, diante de um determinado prato carregado de sal no seu preparo, não consegue dominar-se, come até se fartar e depois sente, em seu corpo, os sintomas de sua incontinência.
Os servos de Deus são recomendados a fazerem tudo com disciplina e moderação, pois o domínio próprio (ou temperança) é uma das manifestações do fruto do Espírito = (Gl 5.22).
Orgulho e vaidade.
Não é pecado nos sentirmos contentes quando tomamos decisões certas, fazemos bons negócios ou obtemos sucesso em determinada área da vida.
O problema reside na atitude que temos diante de Deus e das pessoas em relação ao nosso sucesso.
O orgulhoso tende a se tornar arrogante e vaidoso com suas conquistas, e este é um péssimo caminho para se trilhar.
Como servos de Deus, não temos motivo para ser pessoas orgulhosas, pois, sem Jesus, nada podemos fazer = (Jo 15.5).
Traição.
Este é um mal que acontece quando há como pré-requisito, a confiança.
Apenas traem aquelas pessoas que conseguiram demonstrar ser confiáveis, que conseguem participar e transmitir uma imagem de confiabilidade e solidez de caráter.
A traição costuma vir de uma pessoa que nos seja próxima, que nos conheça, como foi o caso de Judas em relação ao Senhor Jesus.
Mal uso do poder.
O poder tem a fama histórica de “corromper” aqueles que dele se aproximam.
É necessário que algumas pessoas sejam colocadas em posições de comando e tomada de decisão, mas sempre com o objetivo de servir à coletividade.
Entretanto, muitas pessoas que estão em evidência utilizam- se do poder para benefício próprio, seja beneficiando-se a si mesmos, seja prejudicando e perseguindo outras pessoas.
Aqui jaz o mal uso do poder.
A Bíblia mostra que é possível estar em posição de evidência e não usar de forma errada a autoridade que nos foi confiada.
Basta olhar para o exemplo do profeta Daniel, que foi primeiro ministro por muitos anos e que, além de orar a Deus três vezes por dia, possuía integridade tal que seus inimigos não tinham de que acusá-lo.
Se uma pessoa está debaixo da vontade de Deus e submisso a Ele, certamente não fará mau uso do poder que lhe foi confiado.
Ensinador Cristão 3º Trimestre 2008






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