22 de julho de 2011

A Comissão Cultural e A Grande Comissão


A  Comissão Cultural e A Grande Comissão – Pr Timoteo Gueiros


Texto Áureo:             “Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando as em nome do Pai,e do Filho, e do Espírito Santo”  (Mat 28.13)

Reflexão:  A diferença deve ser de tal maneira,  que a minha identidade cause de alguma forma, um mínimo de relevância para a outra pessoa, despertando lhe o interesse para ter ou ser aquilo que está em mim.


Introdução

                O ser humano foi criado por Deus para viver e ter afinidade  social, e na visão do próprio criador, todos tem livremente o dever de manterem se pautados em obediência aos seus princípios, nos amplos aspectos padronizados, Dele.  Divergindo da sociologia da  nossa era, devemos sempre  partir da premissa de que o padrão estabelecido por Deus é irremovível, e esta é a condição para vivermos  o pleno exercício do papel social devido por todos os homens; e como nem todos os seres humanos optem por essa regra, cabe então este papel fundamental, aos mais ilustres entre os homens, os salvos em Jesus, que fazem parte do seu chamado, primeiramente para a salvação.        A afinidade social proposta por Deus vai além do simples fato sociológico, é,  em  todo o seu contexto, viver a comunhão da mesma idéia de objetividade para com o sagrado.

                 A ordem imperativa do Mestre é abrangente e com objetivo específico.  Além de demonstrar as sua convicção, Ele restringe a exclusividade de doutrina somente oriunda do Pai e do Filho e do Espírito Santo.  Ao difundir a doutrina bíblica os comissionados devem ter apreço à  pureza, pela originalidade, cultivando o seu caráter.   Ali ás desprezar e repudiar toda sorte de fraudulência teológica é uma responsabilidade individualizada na mesma idéia coletiva. “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer.” (1 Coríntios 1:10)   Neste caso, a repugnancia deve ser de todos, e sem defesa alguma para a fraudc.   A  mesma mensagem levada  é pertinente, cabe  em todas as classes sociais, etnias, povos, independendo de sua classe,  e religiosidade, afim de combater  o pecado, seja por prática, ou sujestão à prática.     Este  zelo comportamental prático,  leva o agente difusor a expressar a verdade divina, até mesmo incorrendo em possoveis riscos de perseguição a si mesmo.    Esconder se, omitir se, negar se, ante as esposições expressas do testo sagrado, torna se em pecado contra Deus.   Mas todos os comissionados recebem capacitação espiritual, impulsionando os e tirando todo espito de temor.   “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.” (2 Timóteo 1:7) .     São tres caracteristicas que impulsiona a igreja seguir na prática de seu ministério frutifero na expansão do reinoi de Deus. Fortaleza, Amor e Moderação. Sem qualquer uma delas não há resultados das outras.      Avançando pois, na  proclamação de toda verdade divina, coloquemos debaixo dos nossos pés todo aspecto  contradizente aos valores sublimes e inconfundível do reino de Deus.

I A Missão Integral Uma Ordenança Divina

A . Jesus, antes de designar seus discípulos a efetuar a missão preestabelecida, orientou e capacitou os para a tarefa, colocando em suas mãos as ferramentas necessárias segundo a capacidade de cada um, E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe” (Mateus 25:15) mostrando que tal capacidade pode ser melhorada.  Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus,” (2 Coríntios 3:5)                             Ao narrar a parabola dos talentos Jesus deixa claro em sua conclusão que tudo o que Ele nos da para fazer, deve ser trabalhado, buscando sempre a multiplicação.  O trabalho que o  mestre coloca nas mãos dos seus comissionados, deve ser amado com zelo.

.1. Uma Responsabilidade Que Vai Alem Da Evangelização

                     O ser humano caiu, perdeu a condição de puro, a qualidade de separado por todo, pelo pecado. Pois quando Deus o fez, o fez sem pecado, não havia culpabilidade E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher, os criou.” (Gênesis 1:27)        seu estado era de plena comunhão com o seu criador, desfrutava  da continua presença de Deus, ouvia a voz do Senhor lhe ensinando pela viração do dia “E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim.”  (Gênesis 3:8)   Mas no dia em que desobedeceu a Deus foi destituido da glória divina e recebeu uma sentença (romanos 3.23)     e ainda, “o salário do pecado é a morte”      Se não compreendermos todo o texto biblico e seu objetivo, ficaremos restritos ha um evangelho empobrecido pela nossa falta de entendimento. Não podemos nos fazer negligentes.

                  Visto que o homem é triplece em sua existêcia, é um dever de cada cristão, buscar cuidar na evangelização a completude do evangelho,  alargando para o todo da existência do homem, pois a fé que é alcançada na pessoa de Jesus não é mediocre, mas sim rica em benevolência.   Assim entendemos que ao escrever, o irmão Tiago tem razão quando expressa: “Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo?  E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano, E algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.(Tiago 2.14-17)   A mensagem que  devemos estar inteirados, e a ser proclamada, é a da salvação, que leva a pessoa a reconciliação com o seu Criador. Porém não podemos estar alheios ao papel devido por quem acatou a fé em  Cristo; e assim proporcionar tudo o que for nescessário para  que a comunhão cristã seja estabelecida entre os filhos da luz. 

2. A  Missão integral da Igreja

                       A visão que devemos ter de igreja de Cristo, é a de um organismo que não é deste mundo,  (embora tenha sido instituida aqui) mas está aqui  afim de que a graça e misericordia Divina sejam oferecidas a todos os homens. Sob este conceito  entendemos que a sua ação de grandeza não esta vista na construção de suntuosas edificações visando apenas o ego, a aparência. Mas sim no composto de todas os elementos capazes de produzir ao homem a sua necessidade em relação a justiça Divina.   A igreja é viva, e compreende a, sendo o corpo de Cristo, Cristo é a cabeça do seu corpo, e claro que é a da igreja. Logo portanto o mesmo sentimento que tem em Cristo, deve ter na igreja, que é resgatar pessoas que estão descendo para a condenação.   O apostolo Paulo disse que fez de muitas formas para ao fim chegar a ganhar alguns. Estas outras formas  é uma maneira de ter uma visão do todo do ser  humano afim  de proporcionar lhe as benção divinas no que diz da pratica da nossa fé e obras quanto a salvação a ser difundida.  Isto é,  cumprir a missão integral.

a.      Jesus A Primicia no exemplo.     O mestre percebeu que as mesmas pessoas já estavam com Ele a tres dias, e que o seus corpos físsico ja desfalecia, que não praticaria justiça se despedisse a multidão com fome. Por isso providenciou alimento em abundância, suprindo lhe a necessidade imediata ou daquele dia..
b.      Na era Apostólica.  A igreja do Senhor teve grande expansão logo no inicio. E um dos fatos que a colocou neste degrau de crescimento,  foi o seu papel exercido pelo seu serviço prestado principalmente aos domésticos da fé. Encontramos esta visão e reconhecimento pela atitude dos apóstolos dizendo: E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas.Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio” (Mateus 6.2-3) Esta atividade não deve ser vista pela igreja como uma carga financeira, mas como um dever originado no amor em Jesus Cristo.

3. O  Marco Histórico Da Missão Integral

Ao lermos os 15 artigos do pacto de Lausanne, Suiça que ocorreu de 16 a 24 de julho de 1974, portanto  37 anos neste 25/07 do seu encerramento,  auxiliará o nosso entendimento quanto a responsabilidade da igreja, baseando se no evangelho de Jesus Cristo.

II  Comissão Cultural,    Uma Convicção à Igreja

A chamada de Jesus  para a salvação e sua designação para seu serviço é individual, mas notamos que quando ele enviou os dicipulos, quando ainda estava junto com ele, os enviou de dois em dois, portanto os enviou em comissão. Encontramos no livro de Atos dosapóstolo que ao realizarem o trabalho, cooperava com  eles o Senhor. Conckuimos então o seguinte: A comissão evangelizadora é a Igreja, e faz parte desta,  a cooperação de Jesus, que jamais deixara seus comissionados sozinhos.

.1. Um Chamado à Responsabilidade

Deus deu ao homem capacidade de administrar sobre toda a terra, e ordenou lhe que cuidasse de tudo o que diz respeito a ela.  E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.
“E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento. E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi” (Gêneses 1.28-30).
Esta é responsabilidade de todos. Mas o homem após sua decadência perdeu a qualidade de seu serviço, por esta razão existem toda sorte de decadência,até mesmo do aspecto natural.     Como O Mestre Jesus, sendo o salvador, veio estabelecer o novo reino, e muitos são os que tem entrado para ele;  podemos assim dizer que a mesma chamada continua soando aos nossos ouvindo.  Todos os salvos em Jesus, tem a responsabilidade de promover a justiça de Deus na terra em todos os seus aspectos, não furtando se  pelas atitudes egoistas  que possivelmente possa desenvolver em si. Todo cristão tem dever de  compromisso e comprometimento com esta  doutrina, e tornar    conhecida ao ser humano a verdade divina para o mundo.

Preservar, cultivar e difundir todo conhecimento de Deus ao homem, no que diz respeito aos valores terrenos relacionados à convivencia e viver  do ser humano, é uma tarefa que deve ser desenvolvida.   Na carta de Paulo aos  (Efesios 6.1-9) nos traz uma palestra de comportamento.  Ela é é em especial um ensinamento para os Cristãos. Porém não deixa de ser tambem  uma condição de regra para todos os seres humanos, contando ainda que deve ser estendida até mesmo, a legisladores, juizes e todas as demais autoridades. (nestes ultimos dias temos visto  uma degradação quanto aos valores biblicos que nós pregamos, e é esta a palavra de Deus.

Chamo a atençao para a responsabilidadde quanto a convivencia politico admibnistrativa, como sendo um dos fatores relevantes para o aspecto voltado à responsabilidade proposta por Deus para que o homem vá bem.       Igreja e estado nunca devem estar rassociados ou macumonados, mas podemos, principalmente em nosso pais,  participar direta e ativamente nas proposições,  para acatar e discordar quando nescessário.   A igreja, no exercício de seu papel,  e do ponto de vista da chamada à responsabilidade social, deve em todos os pleitos eleitorais propor candidaturas de pessoas tementes a Deus e com conhecimento bíblico, afim de que o parecer e defesa da verdade não esteja ausente ao conhecimento dos lesgiladores. E ainda os membros devem ser orientados a elegerem principalmente os domésticos da fé. É uma concientização de carater fraterno.                                                                                                          Todo sentimento de justa justiça que está dentro  das pessoas, seja ela cristã ou não, é advinda da parte de Deus. No entanto é um dever na prática  de todo cristão, ter o continuo sentimento de justiça divina para com os homens;  isto visto  que no cristão está a perfeita justiça de Deus.   Cuidemos pois, para os nossos atos de justiça sejam para louvor e glória do nome do nosso  Deus,   propiciando pelo nosso testemunho  a chegada dos homens à    para  a salvação gratuita  para a vida eterna. Sejamos assim instrumentos de Justiça  Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça”. (Romanos 6:13)

2. Restaurando a Dignidade Humana

Do artigoV do Pacto de Laussane [...]Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana,[...]

O pecado trouxe a separação do homem para com Deus. Nesta separação aconteceram perdas irrecuperaveis nesta vida, mas outras podem ser novamente desfrutadas,            A morte passou a todos os homens, a sua  capacidade de diálogo com o criador foi prejudicada. Todos foram destituidos da glória de Deus.   Portanto todos os seres humanos precisam de uma restauração.  Os valores perdidos não danificam a possibilidade da recuperação da dignidade.   O homem só será completamente humano se buscar a restauração divina para sua vida; isto visto que quando Deus o criou, o fez completo, mas  o pecado tirou a plenitude de humano. E quando a pessoa passa por Jesus Cristo em fé, ela conquista pela morte salvadora do Mestre, a plenitude de ser humano, isto pela fé, pois apartir de então o homem passa a viver no temor a Deus e tem a sua continua presença em sua vida.  Todas as coisas boas suficientes ao bem estar da pessoa, são elementos da dignidade humana. Mas se foi destituido, está faltando algo. E somente a  estadia de Cristo na pessoa,   poderá restaurar a completa dignidade, pois Jesus disse: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”. (João 10:10)

III  A Grande Comissão, A Igreja Proclama O Evangelho Ao Mundo

.1. A Grande Comição. A ordem saiu da boca de Jesus:  Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ( Mateus 28.19)    -    “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16.15)  Esta ordem e estendida a todos quantos se tornarem discípulos de Jesus. A missão é conjunta, destinada a todos indistintamente.  Sem escolher classe, língua, grau de conhecimento, gênero, etnia, religião. Cultura, etc...  Torne sempre oportuno anunciar a voz da salvação, torne sempre agradável a voz de Jesus aos corações, escolha todas as pessoas, Encha o teu coração de palavras boas e lance a boa semente do evangelho da paz.

a.       Do artigo I do Pacto de Laussane  [...]Ele tem chamado do mundo um povo para si,  enviando-o novamente ao mundo como seus servos e testemunhas, para estender o seu reino, edificar o corpo de Cristo[...]
b.        

Proclame o Evangelho a Tempo e Fora de Tempo fale para: Douto, leigo, Rico, Pobre, e a ordem é para todos: Pastor, Presbítero, Evangelista, Diácono Cooperador , Membro, Pregadores, Cantores, enfim, ninguém esta excluído da ordenança da evangelização. Seja por obra, palavras ou ação.    Ide e anunciai.   Nas ruas, nas praças, nos becos, nos valados, nas palafitas, nas favelas, nas cadeias, nas vilas, nos hospitais,  nas casas, nos palácios, nas escolas, nas creches. Onde houver uma pessoa, ai é o lugar da realização da  obra evangelizadora. E ainda não pare de evangelizar, haverá sempre um lugar a mais até a volta de Jesus.     


c.       Do artigo II do Pacto de Laussane  [...]Ele ilumina as mentes do povo de Deus em toda cultura, de modo a perceberem a sua verdade,[...]

Discipular  Os Novos Convertido   A igreja precisa ser preparada para o discipulado, criar dentro de seu espaço a oportunidade de aperfeiçoamento para o serviço, afim de que os novos participantes da fé em Cristo, sejam ensinados e conduzidos em fidelidade no principio divino, observando cada pequeno detalhe necessário para este tão especial momento de aprendizado Só assim tornarão fiéis cristãos. Sadios Cristãos, livres de enfermidades espirituais e questões loucas.

d.      Do Artigo III do Pacto de Laussane [...]Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora exista uma ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de evangelização.[...]

Integração Espiritual e social. Deve, os integrantes da grande comissão, utilizar a inteligência, tanto intelectual como a espiritual. Pois o novo crente  tem necessidade de ser bem recebido, assistido entre os seus novos irmão. Ninguém gosta de não ser respeitado no lugar onde está. Procure portanto,  fazer com que o novo crente seja peça fundamental e participativa da ação da igreja, prezando o em estima no ensino da doutrina bíblica. Todo crescimento espiritual passa pela doutrina bíblica. Integrar o novo convertido à igreja é faze lo sentir igual a nós, e de fato o é.

2. O “Ide” Uma Tarefa a Atingir Toda a Forma de Ser adquirida do próprio Homem

Do artigo IV do Pacto de Laussane [...]A nossa presença cristã no mundo é indispensável à evangelização,[...] evangelização propriamente dita é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se reconciliarem com Deus.[...]
O homem em sua inteligência alienada à influencia do maligno que atua nele desde a antiguidade, trouxe para si primeiramente o amontoamento de toda sorte de erros e pecados , e entre elas destaco o endeusamento de si mesmo pelo orgulho da natureza pecaminosa. Sendo assim ele entende que a sua forma de pensamento é inquestionável e correta. Havendo o ser humano,  buscado muitas invenções da sua imaginação, possibilitou o seu distanciamento de Deus ao ponto de ter Deus necessidade de confundir a língua e dividi los em muitas nações de diferentes línguas.
O homem agora longe  de Deus, separados da justiça divina, andando segundo suas próprias concupiscências “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.”  (Isaías 53:6)  ajuntaram apra si as mais diversas formas de pecados contra Deus, indo de mal a pior, caídos da graça e descendo para o abismo eterno, pelas suas invencionices, e muitas delas denominadas cultura.   Toda e qualquer  diversidade cultural pode sofrer em si as mudanças necessárias para a obediência à aplicação do evangelho, mas nenhuma pode fazer no evangelho   de Cristo qualquer  manipulação para adapta lo em si. O evangelho de Jesus é imutável, pois vem dos céus com  propósitos único para toda humanidade. E mesmo que a cultura seja boa aos olhos dos homens, como  histórica, patrimônio, etc...  ela pode ser mudada, pois é do homem para o homem.  A mensagem de Cristo é transformadora do interior do individuo, sendo assim a cultura humana sofrerá transformação individual pela salvação em Jesus Cristo.

Do artigo  VI do Pacto de Laussane [...]Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã.[...]

Tudo que o inimigo de Deus ver por si vantajoso fazer para que a mensagem do evangelho seja ocultada ao homem, ele fará. Interferindo em vários seguimentos: Sociais, religiosos, educacionais, políticos, cientifico, etc..    Neste aspecto é possível ver e ouvir, destas razões uma enxurrada de informações contraditórias à forma doutrinária da propagação da verdade de Deus aos homens. A proposta dos cristãos a todas as artimanhas e manobras do inimigo através de pessoas para a deturpação da palavra Divina deve ser: A manutenção de sua fé em Cristo, defendendo  a até as ultimas conseqüências em favor  do reino de Deus. A grande comissão propaga o evangelho de Cristo,  Ensina a doutrina de Cristo, vive e pratica da Doutrina de Cristo, defende a Doutrina de Cristo, e subira á presença de Cristo manifestado em glória brevemente acima nas alturas por ocasião do arrebatamento da igreja.  Nós não aculturamos pessoas, mas levamos a mensagem do propósito primário de Deus para o homem, levamos o formato do reino de Deus e o Espírito Santo convence e molda o aculturado por sua origem, levando o, à nova versão de ser humano. Isto é, Salvo em Jesus Cristo. Um grande evangelista mundialmente conhecido escreveu em dos seus livros: “precisamos ir La fora onde os pecadores estão”  eu concordo. Pois sei que o inimigo pode impedir alguém de vir à casa de Deus para ouvir a mensagem da salvação, mas não poderá impedir a grande comissão de ir lá onde o pecador está. Então vamos lançar a semente lá onde está a terra.

3. A Ordem é Fazer Discípulos Em Todas As Nações

A escola do mestre Jesus é a melhor escola, não existe igual, onde está o discípulo ai está ela.
A melhor forma de aprender é com Jesus. Ele mesmo convida todos a aprender dele que é manso e humilde de coração.   Jesus convidou e ensinou os primeiros discípulos e estes trouxeram outros a Jesus.  A responsabilidade  da  missão conjunta para espalhar a semente do evangelho, leva o discípulo à visão da necessidade da expansão do reino de Deus entre os homens. A ordem de Jesus está dentro de cada pessoa convertida, e este converso não pode ser negligente, deve cumprir a determinação com dedicação e amor.  

A expressão “fazer discípulos”  é diretiva e imperativa, e mostra que entre o pós conversão e a ação prática há um aprendizado e conscientização desta responsabilidade, envolvendo a capacitação que primeiramente vem da parte de Deus pelo Espírito Santo e leitura e estudo da bíblia. Que pode também ser estendido aos seminários teológicos, escola bíblica dominical, escolas teológicas, centros capacitação para missionários.    O serviço da grande comissão deve ser com uma visão ampla das necessidades para alcançar o mundo através da evangelização.     Fala se muito de uma igreja denominada  celeiro missionário para o mundo. Mas devemos observar que este “celeiro” tem sim feito algo. No entanto é possível fazer muito mais. É preciso ampliar a visão e buscar campos, sedentos de água viva, e famintos do pão do céu.  É necessário se desfazer do espírito de grandeza, abrir  o coração e as mãos voluntariamente.  “Gratuitamente dar o que gratuitamente recebeu.   Como ouvirão se não ha  quem pregue, como pregarão se não  forem enviados”   

São milhões de ouvido humanos, que ainda não ouviram, são milhões de corações que palavras de vida eterna não desceram a eles, são milhões de mentes vazias de Deus, são milhões de pés que estão descendo a seputura sem serem convencidos para a salvação. São milhares de grupos étnicos, cada qual com sua cultura, precisando serem transformado para salvação, são milhões de pessoas que cresceram na ignorância e agora cometem toda sorte de abominação, são milhões de crianças sendo ensinadas a fazer o mesmo, são milhões de pecadores, que estão por toda parte e se ouvissem o evangelho de Cristo, receberiam de bom grado a palavra. Meu Deus o que eu estou fazendo? Meu Deus o que os meus irmãos estão fazendo?   É hora de decisão, é hora de dar um novo rumo a ação do Ide.   Entre os milhões existem muitas que estão aqui bem pertinho de mim. Ajuda-me Senhor a ganhar uma para chegar a milhares.          Despertai, saltério e harpa; eu mesmo despertarei ao romper da alva.

Louvar-te-ei entre os povos, SENHOR, e a ti cantarei louvores entre as nações. (Salmos 108.2,3)

Preservar os valores da evangelização é uma tarefa que é para todos os chamados para a salvação.  Devemos cuidar para manter sempre avivada a chama ardente de amor pelas almas dos homens. Devemos constituir evangelizadores na obra do Senhor, precisamos chama los, orienta los e torna los participantes desta grande obra.  A igreja do Senhor tem o seu Reino. E este reino é capaz de interferir na cultura pecaminosa transformando o homem pecador. Este reino não é aculturador, mas uma proposta de retorno do homem à sua originalidade. A mensagem da cruz de Cristo não é invasiva e impostora, mas serena , educada e convincente a ponto de ser convidada a entrar e estabelecer se.   Nós estamos dentro da igreja, aqui a mensagem é  generalizada do seu contexto. Lá fora  Cristo ainda não foi anunciado   “E desta maneira me esforcei por anunciar o evangelho, não onde Cristo foi nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio;  (Romanos 15.20)

Fazer discípulo no reino de Deus  é uma tarefa gloriosa e sublime. A bíblia nos diz que quem ganha alma é sábio. É feliz o ganhador de almas. O discípulo sempre faz discípulo e nunca se torna mestre.  O mestre é Jesus, levemos muitos discípulos para o mestre.

Conclusão

A igreja é a única agência Divina na terra, portadora de toda legalidade sagrada, apta ao desempenho das tarefas propostas no conselho Trino  para aqui serem realizadas. Portanto, todas estas coisas devem ser consideradas, na obediência e praticas das determinações Divinas. 


Bibliografia,  referencial: Bíblia Sagrada BPE, AVI, ARA – Lições Bíblicas CPAD – Dicionários: Língua Portuguesa, Espanhola.

Elaboração Pr.Timoteo Queiroz
portaleb.blogspot.com

20 de julho de 2011

A COMISSÃO CULTURAL E A GRANDE COMISSÃO


A COMISSÃO CULTURAL E A GRANDE COMISSÃO

Ev. José Costa Junior

CONSIDERAÇÕES INICIAIS


            O assunto desta lição diz respeito à comissão cultural e a grande comissão. Jesus disse que os crentes são “o sal da terra” e “a luz do mundo” (Mt 5;13-16). Por sua influência e testemunho eles detêm o progresso da iniqüidade (II Ts 2;16,17). Por seu testemunho, devem dar a conhecer o que DEUS requer do homem e a necessidade de arrependimento e regeneração. Com esta finalidade, DEUS fez de SEU povo os guardiões de SUA verdade (II Co 5;19 – Gl 2;7). Com as Escrituras, os homens devem sempre encontrar a verdade relativa a DEUS e às coisas espirituais, se desejarem conhecer tudo isso. Mas, mais do que isso, a Igreja deve mostrar a Palavra da Vida para o mundo (Fp 2;16) e batalhar pela verdade (Jd 3). A Grande Comissão manda que a Igreja vá por todo o mundo e faça discípulos de todas as nações (Mt 28;39 – Mc 16;15 – Lc 24;46-48 – At 1;8). As Escrituras não nos mandam “converter”, mas sim “evangelizar” o mundo. Com isso quer-se dizer que a Igreja é devedora ao mundo todo, isto é, que a Igreja está sob a obrigação de dar ao mundo todo, uma oportunidade de ficar sabendo a respeito DELE e aceitar SUA salvação. Walter Freytag afirmou: “Sem missão, a história não é outra coisa senão história humana, cujo progresso consiste, na melhor das hipóteses, em intensificação de sua própria catástrofe. Mas, se conhecemos o Reino que está para vir, não podemos nos rejubilar na promessa, sem proclamá-la: - O SENHOR está perto!”.


            Embora o crente deva separar-se de toda aliança mundana (II Co 6;14-18), ele deve todavia apoiar todas as causas que buscam promover o bem social, econômico, político e educacional da comunidade. Paulo diz: “Então, enquanto temos oportunidade, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gl 6;10).  Notamos aqui que temos um dever primário mais alto para com os outros crentes, mas que temos um dever para com o resto do mundo também.


O tripé que norteia o Ministério da Igreja em relação ao mundo,  está firmado (1) no testemunho pessoal e (2) na exposição da Palavra para a salvação (evangelização) e (3) na promoção do bem social (misericórdia). Isto é o que o autor da lição chama de “Missão Integral”. O que os cristãos às vezes não percebem é que o fato de que a responsabilidade de amar as outras pessoas se estende à totalidade da mesma. Ou seja, o homem é mais do que uma alma destinada para outro mundo; é também um corpo que vive neste mundo. E como residente desta continuidade do tempo e do espaço, o homem tem necessidades físicas e sociais que não podem ser isoladas das necessidades espirituais. Logo, a fim de amar ao homem conforme ele é – o homem total – é necessário que a Igreja tenha uma solicitude acerca das suas necessidades sociais, bem como das suas necessidades espirituais. 


As Epístolas do Novo Testamento abundam de exortações para os cristãos cuidarem uns dos outros e dos de fora. Paulo escreveu: “não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros” (Fp 2;4). Outra vez: “Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo (Gl 6;2). Os Apóstolos João e Tiago também são muito explícitos no que diz respeito à responsabilidade do cristão (Igreja) no sentido de amar os outros (I Jo 3;17,18 – Tg 1;27). Em síntese, o homem é moralmente responsável pelos demais homens. Ele é o guardião do seu irmão.


            O objetivo deste estudo é trazer algumas informações, colhidas dentro da literatura evangélica, com a finalidade de ampliar a visão do que o comentarista desta lição chama de comissão cultural e a grande comissão. Não há nenhuma pretensão de esgotar o assunto ou de dogmatizá-lo, mas apenas trazer ao professor da EBD alguns elementos e ferramentas que poderão enriquecer sua aula.


MISSÃO INTEGRAL – UMA ORDENAÇÃO DIVINA


            Acompanhando a obra evangelizadora, com o objetivo de cuidar do homem integralmente, as Escrituras nos exortam a cuidar dos pobres, dos necessitados e do bem social, em nome do SENHOR. Embora a ênfase do Novo Testamento esteja na ajuda material para os que fazem parte da Igreja (At 11;29 – II Co 8;4 – I Jo 3;17), há ainda uma afirmação de que é correto ajudar os descrentes ainda que eles não correspondam com gratidão nem aceitem a mensagem do evangelho. JESUS nos ensina: “Amai, porém a vossos inimigos, fazei bem e emprestai, nunca desanimado; e grande será a vossa recompensa, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso” (Lc 6;35,36). A questão central na explicação dada por JESUS é que devemos imitar a DEUS, sendo bondosos aos que são ingratos e egoístas.


Tais ações para com o mundo deve também incluir participações em atividades cívicas ou tentativas de influenciar a política do governo a ser mais consonante aos princípios morais bíblicos. Onde há uma injustiça sistemática no tratamento dos pobres ou de minorias étnicas ou religiosas, a igreja deve também orar – quando tiver oportunidade – denunciar tal injustiça. Todos esses são meios com os quais a Igreja pode exercer sua missão integral. Os homens não têm muita probabilidade de sentirem sede pela água da vida enquanto estiverem assoberbados pela sede física. Noutras palavras, se os cristãos não mostrarem nenhuma solicitudes para com as necessidades físicas e sociais básicas dos homens, neste caso não poderão esperar uma resposta muito positiva da parte deles para sua mensagem espiritual. 

As responsabilidades sociais específicas dos cristãos se dividem em Responsabilidades Sociais pelos seus e Responsabilidades Sociais por todos os homens.


Responsabilidades Sociais pelos seus:


1.      Prover para si mesmo.


Há um sentido de que o amor próprio está na própria base da responsabilidade social. O homem deve amar a seu próximo como a si mesmo. Paulo disse: “Pois nunca ninguém aborreceu a sua própria carne, antes a nutre e preza...”. Não será possível viver e amar aos outros a não ser que a pessoa ame a sua própria vida e a sustente. “Exorto-vos porem irmãos”, escreveu Paulo, “e procureis viver quietos, tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo-lo mandamos, a fim de que andeis dignamente para com os que estão de fora, e não tenhais necessidade de coisa alguma”. Destarte, uma das coisas mais importantes que cada homem capaz pode fazer em prol dos outros é ganhar sua própria vida de modo que outros não precisem prover tanto para si mesmo quanto para aqueles que se recusam a se sustentar. Neste sentido o amor-próprio é um dos bens sociais primários e mais fundamentais que alguém possa realizar.


2.       Prover para sua família


Naturalmente, nem toda pessoa está capacitada a prover para si mesma. Há crianças, dependentes, viúvas, órfãos e outras pessoas indigentes. Se acontecer que alguma destas pessoas está na família imediata d’alguém ou entre seus parentes, neste caso é sua responsabilidade prover para elas. Quanto a este assunto, a Bíblia é muito clara: “Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo” (I Tm 5;8). Além disto: “Se alguma mulher crente tem viúvas, socorra-as, e não se sobrecarregue a igreja, para que esta possa socorrer as que são verdadeiramente viúvas (v. 16). A lição é que a obrigação social primária pelos pobres e necessitados não recai sobre a Igreja nem sobre o Estado, mas sim sobre a família imediata. Paulo não permitia que viúvas com menos de sessenta anos de idade fossem colocadas no rol da assistência. As viúvas mais jovens eram encorajadas a manter-se ocupadas e a casar-se de novo. A regra subentendida é que a pessoa deve prover para seus próprios, a não ser que seja incapaz de cuidar de si mesma. Se alguém deixar de prover para seus parentes, fracassou na sua responsabilidade cristã básica à sua própria família.


3.      Prover para seus irmãos crentes

Segundo as Escrituras, a próxima responsabilidade social da pessoa é com os demais crentes. Além da sua própria família, há as necessidades doutros crentes, que devem procurar o cristão. Paulo conclamou aos gálatas: “Então, enquanto temos oportunidade, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gl 6;10). João ressaltou a providência para as necessidades dos irmãos e escreveu: “Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitando, lhe fechar o seu coração, como permanece nele o amor de Deus? (I Jo 3;17). A responsabilidade social do cristão, quanto ao amor além da sua própria família, começa com a família de DEUS.


            Responsabilidades Sociais para com todos os homens:


            A exortação: “Fazei o bem a todos os homens”, é repetida de vários modos em toda a Bíblia. Paulo escreveu: “que pratiquem o bem, que se enriqueçam de boas obras, que sejam liberais e generosos,”(I Tm 6;18). O escritor de Hebreus lembra àqueles crentes: “Mas não vos esqueçais de fazer o bem e de repartir com outros, porque com tais sacrifícios Deus se agrada” (13;16). A partir daí pode-se delinear as áreas exatas da responsabilidade social esboçadas nas Escrituras.


1.      Pelos pobres         


JESUS disse: “Os pobres sempre os tendes convosco...” (Mt 26;11). Com isto, descreveu a inevitabilidade da pobreza como um fenômeno social, não seu desejo. De fato, JESUS disse: “Mas quando deres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos; e serás bem-aventurado; porque eles não têm com que te retribuir; pois retribuído te será na ressurreição dos justos” (Lc 14;13,14). A Bíblia ensina que é moralmente errado explorar os pobres e moralmente certo ajudá-los. Quer sua necessidade seja o alimento, roupa ou abrigo, o crente é moralmente obrigado a ajudar a satisfazê-la. Na realidade, aquilo que alguém faz em prol dos pobres está fazendo a CRISTO: “Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes”, porque “tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me” (Mt 25;40 – 35,36).


2.      Pelas viúvas e Órfãos


As Escrituras têm numerosas referências às viúvas e aos órfãos. DEUS disse: “A nenhuma viúva nem órfão afligireis. Se de algum modo os afligirdes, e eles clamarem a mim, eu certamente ouvirei o seu clamor” (Ex 22;22,23). O Novo Testamento também ressalta a obrigação social do cristão também aos órfãos e às viúvas.
JESUS advertiu: “Guardai-vos dos escribas...que devoram as casas das viúva...” (Mc 12;40). A obrigação que os cristãos têm com as viúvas e os órfãos pode ser aplicada, por extensão, a outras pessoas necessitadas, tais como as deficientes, as desabrigadas e as indefesas. O princípio da responsabilidade social é que há uma obrigação para ajudar aos outros que não podem ajudar a si mesmo.


3.      Pelos escravos e oprimidos


O Novo Testamento é tão oposto a escravidão quanto o é o Antigo Testamento. Paulo indicou que “não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; ... porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl 3;28). Quando o escravo fugitivo, agora convertido, Onésimo, voltou ao seu senhor, era “não já como escravo; antes, muito acima de escravo, como irmão caríssimo...quer na carne, quer no sangue” (Fm 16). DEUS está fortemente oposto às instituições da escravidão humanas. Quer a escravidão seja política, quer econômica, DEUS está dizendo: “Deixa o meu povo ir”.


4.      Pelos soberanos e governantes


Os cristãos têm uma responsabilidade social não somente aos demais cidadãos, como também aos soberanos. É um dever tríplice: obedecer-lhes, honrá-los e pagar impostos a eles. Jesus instruiu que se deve pagar o tributo a quem é devido o tributo; impostos a quem são devidos os impostos; respeito a quem é devido o respeito; honra a quem é devida a honra (Rm 13;7). Na mesma passagem diz-se aos cristãos: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus” (v. 1). Os governantes são chamados ministros ou servos de DEUS (Rm 3;14), mas não são DEUS. Nenhum cristão tem uma obrigação social de obedecer a um governo que toma sobre si o lugar de DEUS. Pelo contrário, o cristão tem uma obrigação espiritual de desobedecer à semelhante governo. Fazer doutra forma seria idolatria. Agora não é moralmente justificável rebelar-se contra um governo que não está assumindo o papel de DEUS. Debaixo de DEUS o governo tem plena autoridade. Naturalmente, a pessoa pode e deve cooperar com seu governo para melhorá-lo, mas não há justificação bíblica para trabalhar para derrubar seu governo, a não ser que assuma o papel de DEUS.


5.       Para promover a paz e a moralidade

É para o bem de todos como seres sociais, que a sociedade seja pacífica e piedosa. Com esta finalidade, os cristãos estão encarregados com uma responsabilidade especial diante de todos os homens. “Antes de tudo pois...”, escreveu o Apóstolo, “Exorto, que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e honestidade” (I Tm 2;1,2). O cristão, pois, deve fazer tudo quanto puder para ser um embaixador da paz na sociedade. Seja qual for o papel mediador que desempenhar para unir os homens, seja por intercessão à DEUS, seja por negociações com os homens, o cristão deve levar esta obra adiante. E seja qual for a influência para o bem moral que o cristão possa exercer na sua comunidade ou no mundo, decerto deve ser ativo em exercê-lo.
           

            A responsabilidade social do cristão começa com sua própria família e se estende a todos os homens, devendo ser medida de acordo com os seus recursos; isto é o que o cristão deve fazer. Tais atitudes são bons testemunhos de CRISTO, sendo feito ao necessitado é feito para CRISTO, pode ajudar a ganhar os homens para CRISTO e feito por amor a CRISTO.



GRANDE COMISSÃO – A IGREJA PROCLAMA O EVANGELHO NO MUNDO


Os quatro Evangelhos, de uma forma ou de outra, falam desta “Grande Comissão”. João, por exemplo, registra: “Não dizeis vós: Ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Ora, eu vos digo: levantai os vossos olhos, e vede os campos, que já estão brancos para a ceifa” (Jo 4;35). Mais tarde, quando JESUS apareceu aos seus discípulos, depois da ressurreição, dele declarou: “Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós” (Jo 20;21).


Mateus também dá ênfase à comissão. Ele registra estas palavras de JESUS: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28;19,20). Aqui JESUS vincula com o evangelho a promessa de sua presença com o “ir”. É claramente uma promessa que depende de nossa atividade. Como disse Loren Cunningham, fundador de Jovens Com Uma Missão (JOCUM): “-Onde não há ide, não há eis”.


O comissionamento da Igreja por Cristo, para evangelizar o mundo, começa com um simples mandamento. IDE! Ir é uma palavra de ação. Implica uma chamada para o envolvimento e a atividade. Ir tem três sentidos básicos – “movimentar-se”, “trabalhar” e “agir”. Implica na palavra Ide, conforme usada em Mc 16:15, há um senso de urgência, ou um espírito de “agora”. JESUS não está fazendo uma sugestão casual que poderia ser adiada. ELE estava emitindo uma ordem vital, urgente.



Urgência é um tema freqüente nos Evangelhos. Vem-nos à mente a parábola da grande ceia narrada por CRISTO: “Jesus, porém, lhe disse: Certo homem dava uma grande ceia, e convidou a muitos. E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: vinde, porque tudo já está preparado. Mas todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e preciso ir vê-lo; rogo-te que me dês por escusado. Outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me dês por escusado. Ainda outro disse: Casei-me e portanto não posso ir. Voltou o servo e contou tudo isto a seu senhor: Então o dono da casa, indignado, disse a seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Depois disse o servo: Senhor, feito está como o ordenaste, e ainda há lugar. Respondeu o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e obriga-os a entrar, para que a minha casa se encha” (Lc 14;16-23). Notamos as palavras “sai depressa”, JESUS dava ênfase a um senso de urgência.


Urgência semelhante encontra-se nas palavras de CRISTO: “Importa que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; vem à noite, quando ninguém pode trabalhar.” (Jo 9;4). A partir do momento que seus recaíram sobre este texto até esta mesma hora amanhã, aproximadamente 150 mil pessoas morrerão no mundo. Pesquisadores de missões nos dizem que metade delas nunca ouviu falar de JESUS, nem sequer uma vez. Isto, amado, é urgência.


CONCLUSÃO


Concluindo, espero em DEUS ter contribuído para despertar o seu desejo de aprofundar-se em tão precioso ensino, proporcionado oportunidade de agregar algum conhecimento sobre estes assuntos e ter motivado sua vida a envolver-se decisivamente no IDE de JESUS de uma forma integral.   Conseguindo, que a honra e glória seja dada ao SENHOR JESUS. 

Ev. José Costa Junior