8 de setembro de 2010

O DOM MINISTERIAL DE PROFETA E O DOM DE PROFECIA

O DOM MINISTERIAL DE PROFETA E O DOM DE PROFECIA

- Ev. José Costa Junior –

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O assunto desta lição diz respeito à profecia no contexto neotestamentário. A profecia e os profetas formam a maior linhagem de continuidade entre o Antigo e o Novo Testamento. A linguagem profética não terminou com Malaquias, digamos assim, mas antes, com João Batista. Esse é o ensino expresso de nosso SENHOR: “Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João” (Mt 11:13). A costumeira divisão em dois ‘Testamentos’, obscurece, infelizmente, essa maravilhosa unidade do programa revelatório de DEUS, porém a linhagem tem continuação desde Moisés até João Batista. Vemos em João, como de fato em seu pai, Zacarias (Lc 1:67-79), a repetição do padrão da profecia do Antigo Testamento: a unidade da proclamação com a predição. Foi a predição da ira vindoura (Lc 3:7) e da graça por vir (Lc 3:16) que deu a João tão poderosa mensagem para sua geração.

A continuidade da profecia na história da igreja, por meio do dom sobrenatural do ESPÍRITO SANTO, recebeu contestações, durante séculos, de grupos cessacionistas que diziam que tais dons foram dados somente durante a era apostólica, como “sinais” para credenciar os apóstolos durante o estágio inicial da pregação do evangelho. Afirmavam que esse dom não é mais necessário hoje como sinais e cessaram no final da era apostólica, provavelmente no final do primeiro século d.C. ou começo do segundo.

A Assembléia de Deus, desde sua criação, vem levantando a bandeira do pentecostalismo; a atualidade dos dons espirituais. As experiências práticas no uso dos dons espirituais e a vitalidade do culto pentecostal, esvaziaram, pela constatação prática da atuação DIVINA nas vidas de seus membros, os argumentos cessacionistas. O cenário do final do século passado e início deste século mudou. As igrejas neopentecostais e suas práticas heterodoxas, o catolicismo carismático-mariólatra e as chamadas “novidades”(unções espirituais, sopros divinos etc...) trouxeram o pêndulo da doutrina dos dons espirituais de uma extremidade cessacionista a outra: dos exageros que tangenciam à heresias.

Novamente se faz necessário levantar a bandeira do pentecostalismo, agora trazendo aos crentes uma visão mais analítica e equilibrada dos dons do ESPÍRITO SANTO, em particular, o dom de profecia.

Acreditamos nas Escrituras Sagradas como fonte completa e suficiente das palavras de DEUS para o seu povo e único instrumento em autoridade na tarefa de dar direção acerca da SUA vontade. Não obstante a isso, o dom de profecia não é invalidado, mas sim, se mostra cooperativo com essas assertivas.

O objetivo deste estudo é trazer algumas informações, colhidas dentro da literatura evangélica, com a finalidade de ampliar a visão do que o comentarista desta lição chama de apóstolos e profetas como dom ministerial e o dom de profecia. Não há nenhuma pretensão de esgotar o assunto ou de dogmatizá-lo, mas apenas trazer ao professor da EBD alguns elementos e ferramentas que poderão enriquecer sua aula.

I. O DOM MINISTERIAL DE APÓSTOLO E O COLÉGIO APOSTÓLICO

A palavra apóstolo (no grego - apostolos) pode ser usada em dois sentidos: solene (restrito), no sentido de ser portador de autoridade divina (“apóstolo de JESUS CRISTO”) e não-técnico (amplo) no sentido de “enviados”.

A palavra apóstolo, no sentido restrito, refere-se a um ofício específico, “apóstolos de JESUS CRISTO”. Esses apóstolos tinham autoridade única para fundar e liderar a igreja primitiva e podiam falar e escrever a Palavra de Deus. Muitas de suas palavras escritas tornaram-se as Escrituras do Novo Testamento.

Para se qualificar como apóstolo era preciso ter visto com os próprios olhos o CRISTO ressurreto e ter sido designado apóstolo pelo próprio CRISTO. Além do Colégio Apostólico (os onze e Matias) houve um número limitado de apóstolos. Barnabé (At 14:4,14) e Paulo (I Co 1:1), muito provavelmente Tiago irmão de JESUS (Gl 1:19), talvez Silas (I Ts 2:7), Andrônico e Júnias (Rm 16:7) mais alguns outros não nominados pelas Escrituras Sagradas. Parece que nenhum apóstolo foi designado depois de Paulo. Em I Co 15:5-11 Paulo fala: “[CRISTO] apareceu a Cefas, depois aos Doze. A seguir a mais de quinhentos irmãos de uma só vez... A seguir...a Tiago, depois a todos os apóstolos. Em último lugar também me apareceu a mim”. Estas passagens parecem demarcar um período de aparições da ressurreição que se inicia com Cefas e termina com Paulo.

Paulo não diz: “Depois, ELE apareceu a mim”, mas sim: “Em último lugar também me apareceu a mim”, o que sugere um caráter final das aparições. Paulo continua a dizer: “Pois eu sou o menor dos apóstolos....Mas o que sou [apóstolo], devo-o à graça de DEUS”. Ele se diz “o menor dos apóstolos”, pois é, na realidade, o “último” apóstolo a quem o SENHOR “apareceu”.

Parece que nenhum apóstolo foi designado depois de Paulo e, certamente, já que ninguém hoje pode preencher o requisito de ter visto o CRISTO ressurreto com os próprios olhos, não há apóstolo hoje, pelo menos em seu sentido restrito. Em lugar de apóstolos vivos, presentes na igreja para ensinar-lhe e governá-la, temos os escritos dos apóstolos nos livros do Novo Testamento, o qual desempenha para a igreja de hoje as funções de ensino absolutamente autorizado e de governo desempenhadas pelos próprios apóstolos na época do início da igreja.

Quando o termo apóstolo é usado no sentido mais amplo de alguém comissionado pelo SENHOR para abrir novos campos missionários, cujo ministério seja acompanhado por sinais e prodígios, esse não seria um uso inadequado da palavra, segundo alguns autores. Não obstante, deve ficar bem claro que os apóstolos são um dom de DEUS, comissionados por ELE. A igreja jamais teve autorização de criar apóstolos. Nenhuma sucessão apostólica foi sequer estabelecida. Diante disto, este comentarista acha que não parece apropriado e proveitoso usar a palavra apóstolo para referir-se a fundadores de igrejas e missionários. Há uma grande possibilidade de confundir quem lê o Novo Testamento e vê a grande autoridade atribuída ao ofício ministerial de “apóstolo” comparado aos de evangelistas, pastores e doutores. É digno de nota que nenhum dos grandes nomes na história da igreja – Atanásio, Agostinho, Lutero, Calvino, Wesley, Whitefield, Gunnar Vingren, Daniel Berg, Paulo Leivas Macalão e outros – assumiram o título de “apóstolo” ou permitiram que os chamassem apóstolos no sentido mais amplo da palavra.

II. “OUTROS PARA PROFETAS”

Lendo as Escrituras Sagradas, nos parece ter havido, na Igreja do Novo Testamento, um grupo especialmente também chamado pelo nome de “profetas”, separados para o ministério da profecia. São mencionados imediatamente depois dos apóstolos, nas listas de ministérios cristãos (I Co 12:28,28 – Ef 4:11); são associados com os mestres de Antioquia (At 13:1), os dois graus principais do ministério depois dos apóstolos. Conforme os encontramos, no livro de Atos e nas epístolas, suas funções consistiam do costumeiro duplo ministério profético de proclamação e predição.

Ágabo, um dos poucos profetas cujo nome nos é fornecido, se tornou notório devido a certa predição (At 11:26 – 21:10,11), fazendo uso desse dom para prestar orientação espiritual à Igreja. O livro inteiro do Apocalipse é o mais extraordinário exemplo, na Bíblia, de predição ligada à tarefa de pregação. Em sua capacidade como pregadores da Igreja, o trabalho dos profetas é descrito como exortação (At 15:32), edificação e consolação (I Co 14:3).

A reação do indivíduo que não é crente para com o ministério dos profetas (I Co 14:24,25) demonstra que eles eram pregadores da mensagem completa sobre o pecado e a salvação, sobre a ira e a graça de DEUS.

No contexto da reunião da Igreja (I Co 14:26 e segs.), o ministério do profeta é referido como ministério de revelação (v. 30). Este poderia tomar a forma de declaração espontânea e é associado com a atividade do ESPÍRITO DE DEUS (I Ts 5:19). Essa atividade profética não é a mesma que o falar em línguas (I Co 14:22-25,27-29), nem é a interpretação de línguas. Mas é antes alguma percepção da verdade de DEUS, inteligentemente transmitida a assembléia.

Dois testes eram aplicados a qualquer declaração profética: primeiro havia o teste da experiência de outros profetas presentes. Diz o apóstolo: “e os outros julguem” (v. 29), ou seja, deviam sujeitar a declaração que estava sendo feita a um exame, baseados no critério do conhecimento que tinham de DEUS e de SUA verdade. Em segundo lugar, havia o teste da totalidade do depósito apostólico. O teste do verdadeiro profeta, ou de qualquer indivíduo que apresenta reivindicação de espiritualidade, é expresso pelo apóstolo com as palavras: “reconheça ser mandamento do SENHOR o que vos escrevo”, pois, à parte disso, não haveria outra coisa senão mera ignorância (v. 37,38).

Isso nos ensina que os profetas não eram fontes de novas verdades apresentadas a Igreja, mas meros expositores da verdade doutro modo revelada. Assim como o profeta do Antigo Testamento se mantinha em posição de subordinação para com Moisés, que provia a norma doutrinária do ensino correto, semelhantemente os profetas no Novo Testamento se mantinham em relação aos apóstolos, estando assim obrigados a submeterem tudo ao teste daquilo que os apóstolos haviam declarado como Palavra de DEUS.

O problema dos sucessores dos apóstolos do Novo Testamento é resolvido não por um incentivo a que os cristãos ouçam os profetas (ainda que houvesse profetas por ali), mas a que se voltem para as Escrituras. Paulo, ao final da vida, destaca o dever de manejar bem a palavra da verdade (II Tm 2:15) e o caráter inspirado das Escrituras “para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (II Tm 3:16). Judas insta seus leitores a batalhar “diligentemente pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd 3). Pedro, ao final da vida, incentiva seus leitores a atender as Escrituras, “como uma candeia que brilha em lugar tenebroso” (II Pe 1:19,20), e lhe relembra os ensinos do apóstolo Paulo em todas as suas epístolas (II Pe 3:16). Parece que eles não possuíam autoridade igual à dos apóstolos e os autores das Escrituras sabiam disso.

III. O DOM DE PROFECIA

Registram-se dois tipos de profetas no Novo Testamento: Os que ocupam o cargo de profeta (Ef 4:11) e os que possuem o dom da profecia. Os da primeira categoria estão entre os dons de ministério; os da segunda poderiam incluir qualquer crente cheio do Espírito. Nem todos poderiam ocupar o cargo de profeta (porque “estabeleceu DEUS na Igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas...”), mas segundo I Coríntios 14:31, “todos podereis profetizar, um após outro”. Assim sendo, o dom da profecia não torna a pessoa um “profeta” (dom ministerial).

Entre os dons citados por Paulo em I Coríntios, a profecia é o dom mais desejável (14:1,5,24,25,39). Sua importância é indicada pelo fato de que alguma forma da palavra é encontrada vinte vezes em I Co 12 e 14. O dom da profecia é definido como: ”Mas o que profetiza...fala aos homens edificando, exortando e consolando” (I Co 14:3). A Versão Ampliada interpreta o v.3: “O que profetiza...fala aos homens para edificar, para seu progresso espiritual construtivo, encorajamento e consolo”. A previsão de eventos futuros não está associada ao dom de profecia; esta era uma função do cargo profético. O dom opera para edificar (espiritualmente) o corpo da igreja local. Quando a Igreja enfrenta um problema de omissão de fatos ou a necessidade de sabedoria para um curso prático de ação, a palavra de conhecimento ou de sabedoria pode operar em conjunto com o dom de profecia. Em geral, na operação do dom de profecia, o Espírito unge o crente para falar ao corpo de CRISTO não palavras premeditadas, mas as supridas espontaneamente pelo ESPÍRITO: para animar e encorajar, instigar à obediência e serviços fiéis, e transmitir conforto e consolo.

Quanto à autoridade do dom de profecia, sabemos que não é igual a das Escrituras Sagradas e, por conseqüência, não pode ser considerada “palavras de DEUS”. Segundo Bruce Yocum, autor pentecostal, “a profecia pode ser impura – nossos pensamentos ou idéias podem misturar-se a mensagem que recebemos – quer recebamos diretamente as palavras, quer recebamos só uma noção de mensagem”. Devemos dizer que, na prática, muita confusão resulta no costume de prefaciar profecias com frases veterotestamentárias tipo “...assim diz o SENHOR”, “eis que vos falo”, “EU SOU o DEUS que falo contigo”, “MEU servo...”, frases jamais proferidas por nenhum profeta do Novo Testamento. Isto é desastroso porque dá a impressão de que as palavras que se seguem são as palavras do próprio DEUS, enquanto o Novo Testamento não justifica tal posição. DEUS traz a mente algo que deva ser relatado a igreja e o ESPÍRITO SANTO faz com que ecoe com o máximo de poder no coração dos que precisam ouvir, sem a necessidade de revestir tais palavras com a autoridade que elas não tem. Relatar com suas palavras algo que DEUS lhe trouxe de maneira espontânea à mente não equivale à Palavra de DEUS, em autoridade.

Paulo escrevendo aos tessalonicenses diz: “não desprezeis as profecias, mas ponde tudo à prova. Retende o que é bom(I Ts 5:20,21); Ele dá a entender que as profecias contêm alguns elementos bons e outros nem tanto quando incentiva os tessalonicenses a reter “o que é bom”. Jamais se poderia dizer isso das palavras de um profeta do Antigo Testamento ou dos ensinos autorizados de um apóstolo do Novo Testamento. A profecia é um dom valioso e atual, assim como muitos outros dons, mas é nas Escrituras que DEUS e somente DEUS nos fala com SUAS palavras, ontem como hoje, por toda nossa vida.

A intenção deste autor, quando trata do dom de profecia, não é diminuir-lhe a importância dentro da igreja hoje, mas colocá-la de acordo com a Palavra de DEUS, dentro de uma visão pentecostal equilibrada. O dom de profecia é fato e contemporâneo, mas assim como na Igreja de Corinto, ainda hoje carece, em alguns lugares, de uma iluminação Bíblica para que possa realmente edificar, exortar e consolar. Donald Gee, em Spiritual Gift for the Work of Ministry Today : Gospel Publishing House, 1963, comenta: “-Muitos de nossos erros no que diz respeito aos dons espirituais surgem quando queremos que o extraordinário e excepcional torne-se freqüente e habitual. Que todos os que desenvolvem um anseio excessivo por ‘mensagens’ mediante dons sejam alertados pelo naufrágio de gerações passadas, bem como contemporâneas [...] As Escrituras são lâmpada para nossos pés e luz para nossos caminhos”.

CONCLUSÃO

Concluindo, espero em DEUS ter contribuído para despertar o seu desejo de aprofundar-se em tão precioso ensino e ter lhe proporcionado oportunidade de agregar algum conhecimento sobre estes assuntos. Conseguindo, que a honra e glória seja dada ao SENHOR JESUS.

Elaboração pelo:- Ev. José Costa Junior

REFERÊNCIAS BÍBLIOGRÁFICAS

DOUGLAS, J. D. (org.). O Novo Dicionário da Bíblia. São Paulo,SP: Vida Nova, 1995.

DUFFIELD, Guy P. e Nathaniel M. Van Cleeave. Fundamentos da Teologia Pentecostal Volume II - São Paulo, SP: Editora Publicadora Quadrangular, 1987

GRUDEM, Weine A. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1999

HAWTHORNE, Gerald F., Ralph P. Martin e Daniel G. Reid (org.). DICIONÁRIO DE PAULO E SUAS CARTAS. São Paulo: Vida Nova, 2008

HORTON, Stanley (org.). Teologia Sistemática: uma perspectiva pentecostal – 1ª Ed. – Rio de Janeiro, RJ: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1996.

1 de setembro de 2010

O Ministério profético no Novo Testamento

O Ministério profético no Novo Testamento


Texto Áureo = “O qual noutros séculos não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas;”” Ef 3.5.


Introdução:


Já vimos nas lições anteriores que o ministério profético tinha um grande valor no antigo testamento. O Profeta falava em nome de Deus suas mensagens contemplavam os elementos mais comuns de uma profecia bíblica, os quais consistem das revelações quanto ao futuro, bem como de mensagens de encorajamento, advertência e repreensão. Nesta lição veremos o ministério profético no novo testamento.


I. Jesus Cristo, o profeta que havia de vir.


1 – A principal característica do autêntico profeta. Quando observamos o conceito de profeta, vemos que a principal característica é de falar em nome de Deus, falando não o que quer mas o que Deus quer que fale. Esta lição é importante porque muitos tem esquecido do significado e os atributos de um verdadeiro profeta, deixando se levar pela “amizade” e pelo “ajuda amiga” acrescentando a mensagem o que Deus não falou.


2 – Jesus Cristo o profeta. Um grande exemplo de profeta é o de Jesus, um profeta que falava em nome do pai, Jo 4.34 “Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra”. Quando observamos a vida e obra de Cristo, nos sentimos impulsionados a seguir seu exemplo de Profeta. Entre as suas profecias que já se cumpriram acha-se o anuncio da queda de Jerusalém, que se deu no ano 70, e a segunda diáspora dos Judeus (Lc 21.24). Nos dias atuais, percebemos que as enunciações de Jesus quanto aos últimos tempos estão se cumprindo fielmente.


3 – A perfeição de cristo. Glória a Deus pela perfeição de Cristo pois sendo verdadeiro Deus, o conhecimento de Cristo é perfeito e absoluto; Ele sabe todas as coisas, Viu Natanael debaixo da figueira e muitos outros exemplos encontramos nos evangelhos. Onisciente e onipresente, Jesus tudo sabia e tudo sabe. Ele não precisava de revelações como os profetas e apóstolos. Cristo é o profeta por excelência; o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.

Obs. Com essa qualidade de cristo, queremos dizer aos irmãos que não precisamos consultar profeta para isso ou aquilo, mas devemos buscar ao Senhor Jesus e sua palavra que é a verdadeira profecia. Ele tudo sabe a seu respeito, presente passado e futuro, espere em Deus e no seu filho Jesus o profeta dos profetas

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II – A atividade profética em o novo testamento.

1. A revelação pelo Espírito.


Desde o antigo testamento, vemos que a atividade profética vem desenvolvendo-se através de homens que Deus os chamou e se revelou a eles pelo Espírito entregando-lhe mensagens para uma pessoa, ou reinado, ou para uma nação. O apóstolo Paulo no VS 10 a nos diz que “Deus no-las revelou pelo seu Espírito” o Apóstolo Pedro diz: em II Pe 1.20,21 Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo. Com isso a revelação sempre foi e sempre será pelo Espírito Santo.


2. O Espírito Santo conhece as profundezas de Deus.


O apóstolo lembra que o Espírito Santo é Deus, dizendo que “o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus” e continua afirmando que “ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus”. A importância de conhecermos esse ponto muito importante é que a revelação de Deus é através do Espírito que o conhece muito bem, pois o Pai, o espírito e o filho são Um.




3. A superioridade da revelação apostólica.


Porque era superior essa revelação? Entendemos que os profetas como Isaías, Jeremias, Moisés falavam quando o Espírito esporadicamente descia sobre eles, em porções, já os apóstolos viveram o clímax da revelação em Jesus Hb 1.1 e o Espírito não descia em porções e sim no dia de Pentecoste foi derramado sobre eles, hoje nós também temos o Espírito Santo em nossas vidas.


III – O exercício profético dos apóstolos.


1. A plenitude dos tempos.


Muitos foram os profetas do Antigo testamento quando comparados ao número de apóstolos do novo. Em relação ao período profético, o ministério apostólico foi relativamente curto. Assim como o volume da produção profética do antigo testamento quando comparada ao Novo testamento é muito maior. Desde o princípio da criação, já era prenunciada a vinda do Messias, Glória a Deus pois tudo ocorreu dentro do tempo do Senhor, e na vinda de Jesus, cumpriu-se o maior número de profecias do antigo testamento. A esse evento Paulo chama de plenitude dos tempos. Gl 4.4

2. Profecias de Paulo.


O Apóstolo dos gentios ensinava em nome de Jesus como seu embaixador, essa atitude gloriosa de Paulo, demonstra a importância que ele dava a Jesus e seus ensinamentos, não tendo sua vida por preciosa, e sim os ensinamentos de Cristo e com essa atitude profetizou em nome de Jesus acerca das coisas futuras. Falou sobre o surgimento dos falsos mestres e de seitas At 20.29,30; I Tm 4.1. predisse pelo Espírito o arrebatamento da igreja e a ressurreição dos mortos, a manifestação do anticristo e o período da grande tribulação, o galardão dos justos e outras profecias.


3. Profecias de Pedro e as predições de João.


O apóstolo Pedro escreveu II Pe 1.21Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo. Pedro tinha a convicção que tudo quanto está escrito, foi escrito por inspiração do Espírito Santo. Ele mesmo profetizou o aparecimento de heresias. II Pe 2.1-3 “E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.


E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita”. Profetizou a vinda de Jesus, o fim do mundo e a eternidade dos salvos. Seu companheiro de ministério, o apóstolo do amor, inspirado pelo Espírito Santo, escreveu o Evangelho que leva seu nome – João – O livro de Apocalipse que é essencialmente profético. É a conclusão de todas as Escrituras e lança luz sobre as profecias do Antigo testamento, principalmente as de Ezequiel, Daniel e Zacarias. É maravilhoso ver que o ministério profético no Novo Testamento continua vivo, desde os apóstolos até aos nossos dias.


Porém muitos tem tentado enterrar esse ministério que é dirigido e inspirado pelo Espírito Santo, homens tem usado este jargão. “Eu profetizo sobre tua vida” “vou profetizar de olhos abertos” Coisas que Deus Deus não falou, não revelou e que tem causado muita confusão no povo de Deus, mas eu também glorifico a Deus que ainda há homens de Deus que tem a mensagem profética pela revelação do Espírito. Que Deus continue a usar estes homens e nós que deixemos ser levados pelo Espírito do Senhor possamos abris nossas bocas e que flua o falar no Espírito e pelo Espírito.


Conclusão.

Concluímos este pequeno resumo, observando que no Antigo testamento a expressão “Veio a palavra do Senhor a ...” caracterizava o modus operandi que Deus usava para falar com seu povo através dos profetas. E no Novo testamento, não é assim mas Deus Inspira o homem para falar uma mensagem profética para a sua igreja ou para uma pessoa em particular, com o objetivo de exortar, consolar ou edificar.


Auxílio Bibliográfico:


“Os profetas continuaram a desempenhar um papel importante na igreja no NT. Havia homens conhecidos como “profetas”especialmente escolhidos para o constaante e regular ministério da profecia (Ef 4.11). Depois dos próprios apóstolos, eles eram os ministros que ocupavam a mais elevada posição na igreja primitiva (1 Co 12.28).

Tais profetas permaneceram em evidência ao longo do livro de Atos. Seu ministério era geralmente duplo: o de pronunciar (proclamar), e o de prever (prenunciar). O trabalho de dois outros profetas era exortar(ou consolar) e fortalecer os irmãos (At 15.32, e era semelhante às funções da profecia relacionadas em 1 Co 14.3, isto é, edificação, exortação e consolo. Em uma reunião da igreja, um profeta poderia receber uma revelação que seria compartilhada com os crentes reunidos (1Co 14.30).

Em primeiro lugar, a mensagem de um profeta deve ser julgada pelos outros profetas presentes(1 Co 14.29), e depois pelos demais crentes. Este julgamento é feito comparando a mensagem do profeta com os ensinos doa apóstolos, que são depositários absolutos da Palavra de Deus”.

Observação:


Nestes últimos dias tem surgido muitos falsos profetas, conforme nos diz a palavra do Senhor. Mas onde estão os Apologistas que vêem tudo de braços cruzados e como encantados pelas suas campanhas que arrastam multidões para a falta de fé genuína, mas para uma fé interesseira, levando as pessoas a viverem na concupiscência da carne. Profetas esses que profetizam benção materiais, desprovidos de um arrependimento sincero diante de Deus.

Onde estão os crentes bereanos que examinam a palavra de Deus para contrapor com as “profetadas” de alguns que buscam seus próprios interesses. Alguém mim disse e eu tenho que concordar com a frase “pequenas igrejas, grandes negócios”.

Sejamos defensores do evangelho genuíno, puro, que prega o arrependimento de pecados, que prepara o homem transformando-o numa velha criatura em uma nova.


Elaboração:- Pb, Josenildo Cardoso

Visite o blog atitudedojovemcristao.blogspot.com que tem uma matéria sobre como agir quando recebemos uma profecia. Um abraço em cristo Jesus. Pb Josenildo Cardoso.

25 de agosto de 2010

JESUS – O Cumprimento Profético do Antigo Pacto.

JESUS – O Cumprimento Profético do Antigo Pacto.

Texto Áureo: “E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: convinha eu se cumprisse tudo o eu de mim estava escrito na Lei de Moisés, e nos Profetas, e nos Salmos. Lucas 24.44”

Verdade Prática: O Senhor Jesus é o centro das Escrituras Sagradas e está presente em seu conteúdo, história e instituições, de maneira direta e indireta.

- INTRODUÇÃO

Amados irmãos leitores, graças á Deus por tão maravilhosa oportunidade que temos aprendido cada vez mais através das lições bíblicas, principalmente deste trimestre. É bem verdade que lições como estas provavelmente deixaram algumas pessoas desconfortáveis quanto á auto intitulação de Profeta de Deus; logicamente que digo no sentido de ministério profético igual aos dos profetas do Antigo Testamento. Mas se cada vez mais procurarmos deixar o Espírito Santo falar através das Sagradas Escrituras, não cometeríamos tais erros, nem mesmo nos frustraríamos quando alcançássemos misericórdia da parte do Senhor ao sermos corrigidos. Digo assim porque necessitamos cada dia mais de sabedoria que vem do alto, não somos suficientemente conhecedores de todos os mistérios divinos para colocarmos nossos: “- Eu acho” acima do ensino da Bíblia Sagrada.

A Palavra do Senhor nos exorta: “E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor e não desmaies quando, por Ele, fores repreendido; porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então, bastardos e não filhos”. (Hb 12.5-8); “Bem-aventurado é o homem a que tu repreendes, ó SENHOR, e a quem ensinas a tua lei, para lhe dares descanso dos dias maus, até que se abra a cova para o ímpio”. (Sl 94.12,13); “Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo”. (1º Co 11.32); “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te”. (Ap. 3.19).

João Batista era profeta e consciente de sua missão terrestre (João 1. 29-34); mas, quando perguntaram para ele: “– És tu o profeta? E respondeu: NÃO...

Que dizes de ti mesmo? Disse: Eu sou a voz (apenas a voz / grifo meu) do que clama no deserto...”. (João 1.20-23). Então vamos aprender com o irmão João em não procurar grandezas sabendo que posteriormente ele foi reconhecido por Jesus como o maior profeta nascido de mulher (Lucas 7.27-29).

Mas para não haver desgaste sobre o tema, falarei um pouco, com ajuda do Espírito Santo, em nome de Jesus Cristo, sobre a Pessoa Bendita do Filho de Deus, não quero, portanto, reescrever o que está nas lições e demais comentários, sobre as profecias cumpridas em Jesus, mas sim sobre Ele.

- JESUS CRISTO É O CENTRO DA BÍBLIA SAGRADA.

Deus em sua maravilhosa soberania, sabedoria e poder cria os céus, o universo e a terra com tudo que contém neles pela Palavra do Seu Poder, dizendo: - HAJA! Tudo criou. Mas de forma especial, a Santíssima Trindade, particularmente cria o ser humano, “coroa da criação”. Sabemos que o homem foi criado para Adorar á Deus, pois tinha algo de Deus dentro de si, o sopro Divino, concedendo-lhe vida... Os dias passaram, e o homem não foi capaz de obedecer aos mandamentos do Criador Excelso e Bendito, havendo assim um rompimento da ligação entre Deus e o homem.

Sendo conhecedor de todas as coisas o Deus Verdadeiro, não foi pego de surpresa, mas tinha já um plano para resgatar o homem, que por si só jamais conseguiria voltar-se a Deus, mesmo que empreendesse todas suas forças, mas o pecado faz separação entre Deus e o homem, e afasta o homem de Deus (Isaías 59. 1,2). Este plano já estava diante de Deus ainda antes da fundação do mundo, desde tempos remotos o homem só se salvaria através do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29; Apocalipse 13.8).

Como Deus amou o mundo de tal maneira (João 3.16); providenciou também meios para a salvação do homem. E para estabelecer seu plano na face da terra, escolheu:

· Um homem (Abraão);

· Um povo (Israel);

· Uma tribo (Judá);

· Uma linhagem (Davi);

· Uma família (José e Maria);

· Uma cidade (Belém),

· Um dia e uma hora exata, etc.. Para tal acontecer.

- O ESTABELECIMENTO, A EXECUSÃO E CUMPRIMENTO DO PLANO...

Vindo de Sete, Enos, Enoque até ao dilúvio nos dias de Noé a mão de Deus sempre esteve no comando da situação. De Sem a Abraão é visível a preocupação do Senhor em manter sua Palavra.

De Abraão a Jacó, o cuidado do Senhor não foi deixado de lado. De Jacó até a saída do povo do Egito por meio de Moisés, Deus mostrou todo seu poderio e sua grandeza. Veio a Lei, o Tabernáculo, os sacerdotes, os sacrifícios, a páscoa e demais festas hebréias, tudo apontava para o Rei dos reis.

Josué, os juízes, nem um til caiu por terra. De Samuel até Davi, o extraordinário estabelecimento da linhagem real do Messias. Cada rei que tinha compromisso com Deus, cada profeta verdadeiro enviados pelo Senhor, tudo fazia parte do plano Divino.

Até um dia numa pequena cidade, uma jovem recebe a notícia que viria ser a mãe Daquele que era a esperança de Israel, Aquele que salvaria o homem dos seus pecados, Aquele que traria salvação até aos gentios dos confins da terra.

Nasceu Jesus, os anjos louvam; os pastores celebram; os magos adoram; Simeão e Ana contemplam com seus olhos... Desde sua infância, não se ausentou de falar do Reino de Seu Pai. E na idade certa, na hora de Deus inicia seu ministério.Vai ao deserto e vence toda tentação, escolhe seus discípulos que levariam adiante a mensagem do Evangelho, faz curas e milagres, opera sinais e maravilhas, salva uma infinidade de pessoas, liberta do poder dos demônios, cura os oprimidos do diabo (Atos 10. 36-38).

Passou pelo cálice terrível do julgamento injusto sobre si; passou pelas chicotas e pela coroa de espinhos, venceu a dor, salvou um ladrão, venceu a cruz, a natureza gemeu e envergonhou-se, foi traspassado e não abriu a sua boca, foi sepultado, mas ressuscitou com poder e grande glória, foi assunto ao céu, e era, é e sempre será o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, que estabeleceu a Sua Igreja na terra e um dia virá buscar seus servos, e vai levá-los ao céu de Glória onde reinarão para sempre ao lado de Jesus Cristo.

Amado irmão! Jesus é a razão da nossa esperança! É a alegria do nosso ser! É a nossa Salvação!Adoremos e bendizemos á Deus o Pai, que nos amou, a Jesus que nos salvou e ao Espírito Santo que nos conduz.

“Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-poderoso”. Apocalipse 1.8

Amém.

Thiago Rodrigues Teixeira.

22 de agosto de 2010

COMPREENDENDO A PROFUNDIDADE E A FORÇA DO PERDÃO

COMPREENDENDO A PROFUNDIDADE E A FORÇA DO PERDÃO

ROMANOS 4:25

Uma mudança acontece quanto aceitamos Jesus Cristo como nosso Salvador Nós lhe oferecemos os nossos pecados, e Ele os perdoa e nos toma justo diante de Deus

Nada podemos fazer para alcançar a Salvação

Somente por intermédio de Cristo podemos nos tornar justos diante de Deus.

Que excelente troca para nós

Mas infelizmente, muitos ainda preferem desistir dessa dádiva e continuar em seus pecados.

COMPREENDENDO A PROFUNDIDADE E A FORÇA DO PERDÃO

1- PERDOAR É UM ATO IRRACIONAL AOS OLHOS DO HOMEM

NATURAL.

Só compreende o perdão quem tem uma compreensão mínima do que é amor.

1- perdoar é um doar imerecido, manifestação da graça.

Onde houver graça, haverá sempre uma atitude perdoadora

2- Perdoar é libertar-se do passado

Impossível ser liberto do passado sem praticar, exercitar e liberar o perdão

3- Perdoar é libertar-se da pessoa agressiva que machucou.

Enquanto você não perdoa, o agressor

Como um carrasco, permanece dentro de voca

4- Perdoar é rasgar a conta.

Cl 2:14

“Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de uma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando na cruz.”

Ao perdoar você desobriga a pessoa a lhe pagar a divida.

5- Perdoar é repetir o gesto do pai celeste para conosco

Errar é humano perdoar é divino. Mt 18:32-33

6- Perdoar é fechar a porta do coração para o ressentimento.

Quem procura liberar o perdão sempre fecha a porta para enfermidades.

EFESIOS 4: 31-32

“Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malícia seja tirada de entre vós. Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”

7- Perdoar é abrir mão voluntariamente de certos direitos.

O perdão será sempre um gesto de uma alma que conhece e pratica a nobreza = (Mt 18:27)

8- Perdoar é dar amor quando não há motivo para amar.

A maior expresso do amor sacrificial (ágape), é quando perdoamos. Lc. 15:20

“E levantando-se, foi para seu pai, e quando ainda estava longe.,viu-o seu pai, e

se moveu de intima compaixão,e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço, e o

beijou.”

9- Perdoar é desativar o sistema de violência dentro e fora de nós.

A força do perdão faz aflorar no homem a natureza do cordeiro. = (Gn 33:4-9) II- PASSOS NO PROCESSO DO PERDÃO.

1- Não se esqueça de que você foi perdoado.

Dai de graça o que de graça você recebeu de Deus

Mateus 6:12

“Perdoa-nos as nossas dividas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores.”

2- Sacrifique seus direitos em oração.

A Bíblia compara o perdão à desobrigação de uma divida legal

E na oração que o nosso coração se abre para perdoar e pedir perdão

Quanto mais oramos, mais perdoadores nos tornamos

Mt. 5:44

“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem”

3- Conte à pessoa qual foi o seu erro.

Confessar é um dos passos do verdadeiro arrependimento. = (Pv. 28:13) Pv. 28:13

“O que encobre as suas transgressões nunca prosperará mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.”

4- Faça com que as palavras sejam seguidas de ações.

Não basta verbalizar, é preciso demonstrar com atitudes,

5- Decida lançar o que ocorreu no mar do esquecimento.

Quando perdoamos, decidimos não permitir mais que aquilo que aconteceu Ocupe espaço em nossa mente = (Isaias 43:25)

ISAIAS 43: 25

“Eu, eu mesmo, sou o que apaga as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados me não lembro.”

O mal jamais será desfeito, mas pode ser perdoado e com isso neutralizado.

Quando Deus perdoa os nossos pecados, esquecemos completamente

Não precisamos temer, pois jamais serão lembrados

Assim como Deus perdoa-nos os nossos pecados, também precisamos perdoar aos nossos semelhantes.

Amém