16 de maio de 2016

ISRAEL NO PLANO DA REDENÇÃO


ISRAEL NO PLANO DA REDENÇÃO
“Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!” (Rom. 11; 36).
Introdução
Qual a sorte de Israel, no plano da salvação. Apesar da sua rejeição temporária, que proporcionou aos gentios a oportunidade salvífica, o seu futuro promete um plano especial que Deus tem para sua restauração.
 
I – A eleição de Israel dentro do Plano de Redenção.
Paulo se empenhou em mostrar aos judeus, em lembrar aos crentes romanos o privilégio que o povo de Israel teve, quando lhes foi entregue as tábuas da lei, o reconhecimento como nação, a partir dos patriarcas e até a vinda majestosa do Messias, e mesmo assim estavam endurecidos e arrogantes por serem detentores de tantas bênçãos. A fidelidade de Deus, para com esta nação, mesmo ela se mostrando tão obstinada e ingrata, é inabalável.
 
Deus é soberano e Justo                                                           
 
Quando Paulo cita Malaquias, em Romanos 9: 13 e 14 “Amei Jacó e aborreci Esaú. Que diremos pois? Que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma”.       Segundo Joseph A. Fitzmeyer a perspectiva de Paulo é coletiva, estava se referindo a povos, por eles formado. Deus em sua soberania, escolhera Jacó e rejeitara Esaú, isso ainda quando eram crianças, para que não prevalecesse a eleição pelas obras, mas pela graça. “Quem és tu que a Deus replica? Rom. 9: 20”.                     
 
Israel acusou a Deus de ter sido injusto, por estarem em situação difícil. Mas Paulo, enfaticamente mostrou-lhe o endurecimento do seu coração e a rejeição explicita da justificação, através de Cristo Jesus.
 
II – O Tropeço de Israel dentro do Plano da Redenção 


        Tropeçaram em Cristo.
 
Sim, não o receberam. O apóstolo Pedro mencionou em um dos seus discursos. “Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça da esquina. Atos 4; 11”              
                                                           
Tropeçaram na lei  
                                                                     
Priorizando a justiça própria através da lei, rejeitaram a justiça de Deus que vem através de Jesus Cristo.               
 
Tropeçaram na Palavra                                                                         
 
Rejeitaram a palavra, o verbo de Deus (Jesus Cristo). Endureceram os seus corações. Em contra partida os gentios abriram os seus corações para a palavra de Cristo e, por isso foram aceitos. “...Fui achado pelos que me não buscavam, fui manifestado aos que por mim não perguntaram. Mas contra Israel diz: Todo o dia estendi as minhas mãos a um povo rebelde e contradizente. Rom. 10: 20 e 21”.
 
III – A Restauração de Israel dentro do Plano da Redenção.
 
Israel e o remanescente              
                                                
Deus sempre contou com um remanescente fiel a quem escolheu. Em Romanos 9: 11 a eleição se deu inteiramente pela graça e não pelas obras. A graça sempre tem suas reservas.                                                               
 
Israel e o enxerto gentílico                                                   
 
Deus abriu espaço para um número muito grande de gentios enxertados na Oliveira.  Mas a recomendação é: “e tu estás em pé pela fé; então não te ensoberbeças, mas teme. Rom. 11: 20”. Israel e a restauração futura. Acontecerá somente após haver se cumprido a plenitude dos gentios. “Até que haja entrado a plenitude dos gentios (Rom. 11: 25). Isto evidentemente ainda não aconteceu.                                                                                
 
“A graça que alcançou os gentios, a graça que alcançou os judeus messiânicos, é a mesma graça que reservou um futuro glorioso para Israel” (José Gonçalves)                         
“Orai pela paz de Jerusalém! Prosperarão aqueles que te amam” (Salmos 122: 6).                                                          
 
Conclusão (Revista EBD)                                                                  
O arrependimento e a fé são os caminhos que darão acesso ao portão da graça de Deus.  Amém!
 
Elaboração: Prof. da E.B.D. Elda do Prado
Igreja Ev. Assembléia de Deus Ministerio do Belem = Dourados ms
 
 
 
 
 
 

12 de maio de 2016

A VIDA SEGUNDO O ESPÍRITO


A VIDA SEGUNDO O ESPÍRITO

Pr. JOSÉ COSTA JUNIOR

 

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

 

Paulo já havia escrito que mesmo após a nossa salvação continuamos carregando uma companhia desagradável, a velha natureza. Antes da nossa salvação, só tínhamos uma natureza, corrompida, escravizada, entregue às paixões, desejando tudo o que desagradava Deus e odiando tudo o que o agradava.

 

Após a salvação, Deus nos deu uma nova vida, e com ela uma nova natureza. Agora desejamos fazer tudo o que Deus gosta e odiamos tudo o que Ele odeia. Surgiu, então, a crise interior declarada por Paulo no capítulo anterior. As duas naturezas brigam entre si e muitas vezes a velha sai ganhando. Esse nosso inimigo íntimo é o nosso maior adversário.

 

A novidade de Romanos 8 é que não estamos sozinhos nessa luta. Deus enviou o seu próprio Espírito para confirmar que somos de fato salvos e ainda nos ajudar a viver a nova vida diariamente.

 

O Espírito mora em nós. É uma companhia, mais do que uma possessão. Junto desta presença maravilhosa, recebemos também algumas bênçãos. O Espírito Santo é uma visita que trouxe presentes: força para enfrentar a velha natureza; certeza da filiação; certeza da salvação; auxílio na comunicação com Deus através da oração.

 

As mudanças operadas pelo Espírito em nós começam na nossa mente. Como são os nossos pensamentos que governam nosso comportamento, eles devem ser dominados pela presença do Espírito para que não façamos mais as coisas que fazíamos antes. Assim se explicam as mudanças milagrosas que se manifestam nos novos cristãos.

 

Uma das maiores bênçãos do Espírito é a confirmação do nosso novo status: somos filhos de Deus. Filiação é a maior bênção que um cristão poderia receber. Não é ser salvo do inferno, ou ser presenteado com a vida eterna – é ser adotado como filho por Deus para sermos parecidos com Jesus, o Filho amado de Deus, o nosso irmão mais velho.

 

Com isso nos tornamos co-herdeiros de Cristo. Se Deus é rei, o dono do universo, e Cristo é o seu herdeiro, nós somos filhos do Rei e irmãos de Cristo.

 

Paulo menciona nossa herança em outros lugares: “Portanto, ninguém se glorie nos homens; porque tudo é vosso: seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja o presente, seja o futuro, tudo é vosso, e vós, de Cristo, e Cristo, de Deus”. (ICo 3;21-23). Observe ainda Ef 1;3: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo”.

 
O Espírito ainda nos dá certeza da nossa salvação futura. Ele é a garantia que iremos morar com Deus quando morrermos. No nosso novo lar teremos vida eterna, paz completa, presença eterna de Deus, companhia agradável dos anjos, os irmãos que nunca irão nos deixar. Não haverá mais dor, lágrima, fome, tristeza ou luto.

 

O capitulo oito termina com uma declaração de vitória e segurança. Nada ou ninguém pode impedir-nos de alcançar as bênçãos prometidas por Deus. O medo pode aparecer, mas quando ele surgir, lembramos da companhia que temos ao lado.

 

            O objetivo deste estudo é trazer algumas informações, colhidas dentro da literatura evangélica, com a finalidade de ampliar a visão sobre a vida segundo o Espírito. Não há nenhuma pretensão de esgotar o assunto ou de dogmatizá-lo, mas apenas trazer ao professor da EBD alguns elementos e ferramentas que poderão enriquecer sua aula.


 I. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO A LEI DO PECADO

 

No Velho Testamento o termo "carne" é colocado antagonicamente a "espírito" (hebraico ruach, primariamente "vento" e então "vigor vital"). Is 31;3 é passagem clássica: "Pois os egípcios são homens e não Deus; os seus cavalos carne, e não espírito." Deus, por implicação, é Espírito (ver Jo 4;24). Não só isso, mas o Espírito de Deus pode dar ener­gia aos homens e comunicar-lhes força física, aptidão mental, ou com­preensão espiritual que doutro modo não obteriam. No homem, o espírito é seu alento, sua disposição, sua vitalidade.

 

Semelhantemente, nos escritos paulinos "carne" e "espírito" são termos opostos. Os crentes em Cristo não estão mais "na carne", mas "no Espírito" (8;9); não mais andam "segundo a carne, mas segundo o Espírito" (8;4); não produzem "as obras da carne", mas o "fruto do Es­pírito" (Gl 5;19, 22).

 

Ficamos em dificuldade por termos de escolher entre o "E" maiús­culo e o "e" minúsculo cada vez que escrevemos a palavra. Paulo não tinha este problema quando pronunciava a palavra grega pneuma ao ditar esta epístola, nem Tércio ao redigi-la.

Em Paulo, podemos distinguir os seguintes usos principais do termo "espirito"

O primeiro uso da palavra espírito se refere a parte "espiritual ' da constituição humana. "Deus, a quem sir­vo em meu espírito", fala Paulo em 1;9. Com isto podemos comparar 7;6, onde os cristãos, não mais sob a lei, mas sob a graça, servem "em no­vidade de espírito e não na caducidade da letra" (que, contudo, vai além de 1;9 em suas implicações). A circuncisão "no espírito, e não na letra" — i. e. a circuncisão ou purificação interior do coração, de que falavam os profetas (Jr 4;4, Dt 10;16) — é contrastada com a circuncisão literal da carne (2;29). Os cristãos são exortados a serem "fervorosos de espírito" (12;11). O espírito dos crentes em Cristo move-se em harmonia com o Es­pírito de Deus (8;16).

Os outros escritores do Novo Testamento empregam o termo "es­pírito" mais ou menos como sinônimo de "alma". Isto ocorre, por exem­plo, nas palavras iniciais do Magnificat: "A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador" (Lc l;46s.). Ou podemos comparar as palavras de nosso Senhor em João 12;27, "Agora está angustiada a minha alma", com a afirmação do evangelista em João 13;21 de que se angustiou "Jesus em espírito". O próprio Paulo emprega "espírito" neste sentido mais geral quando indaga: "qual dos homens sabe as cousas do homem, senão o seu próprio espírito que nele está?" (ICo 2;11). Mas na maior parte dos casos, "espírito" e "alma" não somente se distinguem entre si em Paulo, mas também se contras­tam: o "homem natural" é o homem "anímico" (psuchikos, depsuche, "alma"), em contraste com o "homem espiritual" (pneumatikos,  de pneuma, "espírito"). Em Paulo, talvez se possa descrever o espírito humano como o elemento que, no homem, pode ter consciência de Deus, elemento adormecido ou morto até receber o impulso vivificante do Es­pírito de Deus. Ou pode ser considerado como a "personalidade cristã" de "homens que, se se nos permite dizê-lo assim, não são vivos apenas, mas são cristãmente vivos".

 

O segundo uso da palavra espírito se refere ao Espírito de Deus, ou Espírito Santo. É chamado "Espírito de santidade" em 1;4, em relação à ressurreição de Cristo. Ver 8;11, onde é chamado "Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos". Sob Sua iluminação, a consciência do homem dá testemunho verdadeiro (9:1). Na proclamação do Evangelho, Ele supre o poder necessário para tornar a mensagem eficiente nos ouvintes (15:19). Os que deste modo são trazidos à fé em Cristo são santificados "pelo Espírito Santo" (15:16). No coração dos que crêem no Evangelho, Ele derrama o amor de Deus (5:5; ver 15:30). E por Seu poder, ficam cheios de paz, alegria e esperança (14:17,15:13).

 

Uma vez que Deus se revelou em Cristo, o Espírito de Deus é o "Es­pírito de Cristo" (8:9). O Espírito comunica tão completamente a vida e o poder do Cristo redivivo e exaltado que, na prática, muitas vezes ambos parecem ser identificados (embora sejam distintos em princípio). Por exemplo, as expressões "se de fato o Espírito de Deus habita em vós" (8:9) e "se porém, Cristo está em vós" (8:10) são praticamente sinônimas.

 

No capítulo oito de Romanos, afeto a essa lição, é que a natureza e as implicações da morada e da operação do Espírito Santo no cristão são expostas com maior clareza.

 

II. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO À NATUREZA ADÂMICA

 

O sistema anterior de vida, mediante a obediência à lei, manifestamente nunca logrou êxito. Agora prova-se bom pela encarnação de Jesus e a presença do Espírito. A lei é incapaz de conferir benefícios, mas o que ela falhou em fazer, a graça realizou mediante Cristo e o Espírito Santo. A vida triunfante começa aqui e agora na ausência de qualquer sentença por desajustamento com Deus. Unido a Cristo, o crente é absolvido e está livre para sempre da lei do pecado e da morte. A justa exigência da lei, uma vida reta, é levada a cabo não "por" nós, mas “em” nós; isto é “o que fora impossível à lei”. A idéia é mais de inabilidade inerente da lei em fazer algo no sentido de uma vida santa, do que meramente de sua impotência por fazer o que Cristo realizou.

 

O fracasso da lei é absoluto. A nova lei sob que estamos é “a lei do Espírito da vida em Cristo Jesus”, a qual emancipa “da lei do pecado e da morte”. O pecado é estranho à vida humana. É um intruso. Enviando Seu Filho “em semelhança de carne pecaminosa”, Deus enfrentou o problema do pecado. Paulo não quer dizer aí que Jesus assumiu carne pecaminosa, como se toda carne fosse manchada ou corrompida pelo pecado. Os evangelistas são bem claros acerca do advento de nosso Senhor no que diz respeito à Sua concepção. A santidade do menino Jesus é acentuada tanto por se originar do Espírito Santo quanto por ser Ele em si mesmo santo (Lc 1;35). A carne de nosso Senhor era a da verdadeira humanidade, não degradada, da intenção divina. Seu corpo era apenas "na aparência de carne pecaminosa", e não na própria carne pecaminosa que herdamos de Adão. A idéia de Paulo aqui é que o Pai enviou Seu Filho para enfrentar a questão do pecado nas mesmas circunstâncias e ambiente em que a raça humana em Adão fora derrotada. Esse combate oferecido ao pecado implica tudo que Jesus era, disse e fez para condená-lo em Seu próprio corpo no madeiro (cfr. 3, "como oferta pelo pecado"; Rm 3;25).

 

A carne era a esfera ou domínio do pecado; mas, no caso dos crentes, Deus tornou ilegítima essa esfera de influência, tendo a morte do Filho anulado o poder do pecado sobre os santos, completa e permanentemente. O homem, em Cristo, está livre para sempre da lei do pecado e da morte. A justa exigência da lei, uma vida íntegra, é realizada não pela lei (porque esta falhou), mas pela graça.

 

O apóstolo prossegue a descrever a vida da graça, como sendo do Espírito, contrastando-a com a vida da carne sob a lei. A vida velha tem seus interesses e se deixa absorver por coisas da carne, mas a vida nova se entretém de coisas espirituais. Se nossa vida se põe de acordo com a carne, nossa mentalidade recebe a influência disso. Se prevalecer o elemento espiritual, os resultados análogos se verão em nossa compostura espiritual. A suma de tudo isto vem a ser que a mente carnal é morte; mas “a mente do Espírito é vida e paz”. Por um lado, a morte é o resultado da vida carnal: por outro, a vida flui da vida do Espírito. A razão disso é clara. A vida carnal é hostil a Deus, pois frustra os ideais divinos para a humanidade. Centraliza-se em si mesma e está em guerra contra Deus. Por sua própria natureza, é incapaz de se submeter à lei de Deus. Considerando como supremo o mundo de seu próprio eu e nele vivendo, não pode agradar a Deus. A carne é, de fato, a sede da revolta contra Deus. Como sinônimo de carne, no sentido em que Paulo aí emprega o termo, João apresenta "o mundo" (Jo 16;8-11; Jo 17;6-9). É a vida sem Deus: vida de egoísmo, de indulgência própria e desobediência à luz da consciência.

 

Paulo volta então diretamente a seus leitores como à cristãos em quem o Espírito habita. A força propulsora da vida espiritual é o Espírito Santo morando no íntimo. Daí a vitória da graça sobre a lei; porque pela graça, mediante a fé, o Espírito neles está, e eles no Espírito; o Espírito comunica vida. Sua "lei" é a "lei da vida". Andar "segundo o Espírito" e assim cogitar "das cousas do Espírito" é viver (8;4, 5, 6,10), pois Ele capacita os crentes em Cristo a tratar "os feitos do corpo" — as práticas da velha existência não-regenerada — como coisas mortas, com mais nenhum poder em sua vida. Não pode haver verdadeira vida sem Ele: "se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele" (8;9). Estar "no Espírito" {en pneumatí) é o oposto de estar "na carne" (en sarki). E todos os crentes em Cristo são considerados como es­tando "no Espírito" (8;9). Então, na prática, estar "no Espírito" é estar "em Cristo" (ou "em Cristo Jesus"); assim, estar "no Espírito" não é questão individualista. Pois estar "em Cristo" é estar incorporado em Cristo, é ser membro de Cristo, e é ser co-membro de todos os outros que estão igualmente incorporados em Cristo (12:5). Esta nova solidariedade que os cristãos têm "em Cristo Jesus" (8;1) é, por conseguinte, a mesma coisa que Paulo em outras partes descreve como a "comunhão do Es­pírito" (Fp 2;1; ver IICo 13;14) ou como "a unidade do Espírito" (Ef 4;3).

 

Seja qual for a perspectiva em que se veja a escravidão espiritual dos homens — escravidão do pecado, es­cravidão da lei, escravidão da morte — é o Espírito que os liberta. É Ele que transmite aos que crêem o poder do Cristo ressurreto, pelo qual são "libertados do pecado" (6;18, 22). É Ele que os tira do cativeiro da lei, de modo que agora servem "em novidade de espírito e não na caducidade da letra" (7;6). É Ele que lhes dá o novo princípio "da vida em Cristo Jesus" que os liberta "da lei do pecado e da morte" (8;2). Em todos estes casos, temos ilustrações do princípio concisamente firmado em IICoríntios 3;17: "onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade".

 

O Espírito supre as vidas dos "filhos de Deus" de poder diretivo (8;14). Ele é o "Espírito que nos torna filhos" (8;15), por cujo im­pulso os crentes em Cristo se aproximam de Deus como Seus filhos e Lhe chamam pelo mesmo nome familiar de "Pai" que Jesus usava ao Lhe falar. Qualidade de filho significa estado de adoção, uma posição conferida a alguém, para o qual essa posição não é natural. É por um ato de graça de Cristo que os crentes estão nessa relação. Os judeus não tinham o costume de adotar filhos, que era comum entre romanos e gregos.

 

Paulo não faz digressão para negar qualquer doutrina de paternidade universal, mas ensina definidamente a necessidade da filiação cristã, da relação com Deus como Pai em Jesus Cristo mediante o Espírito Santo. Esta filiação não é simples reconhecimento oficial de um laço filial, um título apenas. É um fato real. Somos filhos com o direito de dizer “Aba, Pai”, como a partilhar da filiação do Filho eterno. Esse brado erguido ao céu é uma combinação do aramaico e do grego, duas línguas faladas na época. A mesma interjeição dupla encontra-se em Mc 14;36 e Gl 4;6. É provável que nosso Senhor usasse esta fórmula, tendo os apóstolos seguido Seu costume. Esse brado sob emoção intelectual ou espiritual revela a alma desnuda do crente e se acompanha espontaneamente do testemunho corroborante do Espírito Santo sobre essa filiação real.


III. A VIDA NO ESPÍRITO PRESSUPÕE OPOSIÇÃO ENTRE A NOVA ORDEM E A ANTIGA

 

No seu êxtase, em face da vitória da graça Paulo alçou o vôo muito além das mais ricas possibilidades da lei. Transportou-se para uma esfera jamais conhecida por ela. A Idéia de sofrimento não o abate. Não tem dúvidas sobre quanto é duro seguir a Cristo (cfr. seus sofrimentos em At 19;23-41- At 20;18-35- IICo 1;3-11- IICo 6;4-10-IICo 11;23-33). Tão pouco duvida que a glória por vir excederá de muito os sofrimentos presentes. Essa glória futura ou a manifestação final de Deus em Cristo não será simples visão objetiva, mas uma transformação subjetiva do caráter do crente (IICo 3.18; IJo 3.2).

 

O Espírito é o instrumento de santificação agindo na vida dos cristãos. "Espírito" e "carne" estão em imorredoura oposição e travam perpétuo combate um contra o outro. Mas o Espírito é divinamente poderoso, e pode progressivamente pôr a "carne" fora de ação naquelas vidas já submissas ao Seu domínio e à Sua graça capacitadora. Não é uma doutrina  de vida tranqüila que Paulo propõe:  sabia que a sua própria vida espiritual era uma luta que haveria de prosseguir enquanto ele permanecesse no corpo mortal — luta, porém, em que a vitória e a glória final estavam asseguradas pelo Espírito. E na vida daqueles que Ele está preparando para a glória final, Sua obra correlata, realizada aqui e agora, é reproduzir em medida crescente a semelhança de Cris­to.

 

O Espírito é o penhor do futuro. Segundo a profecia do Velho Testamento, o derramamento do Espírito de Deus seria um sinal da proximidade do dia do Senhor (Jl 2;28-32). Esta profecia foi citada por Pedro quando o Espírito desceu sobre os discípulos de Jesus no dia de Pentecoste: "o que ocorre", disse ele, "é o que foi dito por intermédio do profeta" (At 2;16). O atual intervalo "entre os tempos" é num sentido peculiar a era do Espírito. Nesta era Ele não somente torna efetivo nos cristãos aquilo que Cristo realizou por eles, nem somente lhes transmite o poder do Senhor redivivo e exaltado, mas os capacita a viverem no presente usufruto da glória que ainda está para ser revelada.

 

O Espírito não somente supre vida aqui e agora apenas; Sua presen­ça garante a ressurreição para a vida num dia que ainda virá a raiar. As­sim a vida da era por vir, "a vida eterna", é transmitida aos cristãos como o atual "dom gratuito de Deus (...) em Cristo Jesus nosso Senhor" (6;23) — como um adiantamento, por assim dizer, da vindoura ressurreição para a vida que se seguirá à redenção do corpo (8;23).

 

O Espírito não somente capacita os cristãos aqui e agora a con­cretizarem sua prerrogativa como "filhos de Deus emancipados, em caminho da santidade", é também um adiantamento daquela "li­berdade da glória dos filhos de Deus" que, de acordo com 8;21, é ansio­samente esperada, não só por eles mas também por toda a criação. A libertação do cativeiro — libertação que já começaram a desfrutar no Espírito — será então consumada. A "adoção" (8;23) que se realizará plenamente com a ressurreição é já antecipada com o auxílio do "Espírito de adoção" (8;15).

E a glória da completa conformidade com a imagem do Filho de Deus, para o que eles foram predestinados (8;29), será o pleno florescimento daquela obra santificadora na qual o Espírito está empenhado até agora na vida deles. A habitação do Espírito é assim apresentada em termos de "escatologia proléptica".   Ele é "as primícias" da salvação final (8;23), o imediato "pagamento à vista" daquela herança inconcebivelmente rica preparada por Deus para aqueles que O amam.

 

Com um hino triunfante de louvor, Paulo encerra a análise do curso da vida cristã, que se desenvolve em âmbito fora do alcance e poder da lei. Se Deus dirige o nosso destino, nada mais importa. A nós, que somos da família da fé, Ele deu Seu próprio Filho, e com o dom maior certamente virá o menor. “Não poupou a seu próprio Filho”, isto lembra o sacrifício de Abraão (Gn 22;16). Desta promessa que abrange tudo, promessa de bênção ilimitada, o apóstolo continua, volvendo à primeira declaração do vers. 1, "Agora, pois, nenhuma condenação há". O pensamento do hino subordina-se a duas principais interrogações: primeira, “Quem intentara acusação contra os eleitos de Deus?”, e segunda, “Quem nos separará do amor de Cristo?”. Se Deus os justifica, ousará alguém acusar os eleitos de Deus? E ainda, se o próprio Cristo morreu pelos fiéis, ressurgiu por eles, e agora, à direita de Deus, é o seu constante Advogado, haverá força que possa partir os laços de amor que prendem o Salvador aos salvos? Não pode haver acusação contra eles, nem pode haver dissolução dos laços redentores.

 

CONCLUSÃO

 

Na confecção deste pequeno estudo, buscamos consultar literatura que mais se aproxima com o pensamento de nossa denominação, tentando não perder a coerência teológica. Evitamos expressar conceitos e opiniões pessoais sem o devido embasamento na Palavra, pois a finalidade é agregar conhecimentos, enriquecer a aula da Escola Dominical e proporcionar ao professor domínio sobre a matéria em tela. Caso alcance tais finalidades, agradeço ao meu DEUS por esta grandiosa oportunidade.

 

 

                                                                                            Pr. JOSÉ COSTA JUNIOR

 

 

8 de maio de 2016

Uma Palavra Para os Novos Convertidos que Vão Batizar.


Uma Palavra Para os Novos Convertidos que Vão Batizar.

 

Romanos 10: 10-13

 

Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.

Porquanto não há diferença entre judeu e grego, porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.

Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.

 

Atos 2: 37-44

 

Ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, varões irmãos?

E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar.

E com muitas outras palavras isto testificava e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil almas. E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Em cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum.

 

Atos 1: 5

 

Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.

 

Atos 1: 8

 

Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.

 

 

Lucas 24: 49

 

E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.

João 14: 16-17

 

E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós.

 

João 15: 8-10

 

Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.

Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.

Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor.

 

João 15: 13-15

 

Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.

Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.

Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.

 

 

Batismo pregado por João Batista

 

Mateus 3: 1-12

 

 

Batismo recebido por Jesus

 

Mateus 3: 13-17

 

Então, veio Jesus da Galiléia ter com João junto do Jordão, para ser batizado por ele.

Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim?

Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu.

E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.

E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.

 

João 1: 31-34

 

E eu não o conhecia, mas, para que ele fosse manifestado a Israel, vim eu, por isso, batizando com água. E João testificou, dizendo: Eu vi o Espírito descer do céu como uma pomba e repousar sobre ele. E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Sobre aquele que vires descer o Espírito e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo. E eu vi e tenho testificado que este é o Filho de Deus.

 

Batismo símbolo da morte de Jesus

 

Marcos 10: 38

 

Mas Jesus lhes disse: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu bebo ou receber o batismo com que eu sou batizado?

 

Batismo símbolo do dom do Espírito Santo

 

Mateus 3: 11

 

E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; não sou digno de levar as suas sandálias; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.

 

Atos 1: 5

 

Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.

 

 

Batismo ordenado por Jesus.

 

Mateus 28: 19

 

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.

 

 

Batismo efetuado pelos apóstolos e outros

 

Atos 2: 38-41

 

E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.

Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar.

     E com muitas outras palavras isto testificava e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa.

De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil almas.

 

Atos 8: 36-38

 

E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado?

E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.

E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como eunuco, e o batizou.

 

Atos 10: 47-48

 

Respondeu, então, Pedro: Pode alguém, porventura, recusar a água, para que não sejam batizados estes que também receberam como nós, o Espírito Santo?

E mandou que fossem batizados em nome do Senhor. Então, rogaram-lhe que ficasse com eles por alguns dias.

 

I Corintios 1: 14-16

 

Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e

Gaio; para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome.

E batizei também a família de Estéfanas; além destes, não sei se batizei algum outro.

 

Batismo em relação à Fé

 

Marcos 16: 16

 

Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.

Atos 8: 12-13

 

Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres.

E creu até o próprio Simão; e, sendo batizado, ficou de contínuo, com Filipe e, vendo os sinais e as grandes maravilhas que se faziam, estava atônito.

 

 

Atos 16: 32-34

 

E lhe pregaram a palavra do Senhor e a todos os que estavam em sua casa.

E, tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões; e logo foi batizado, ele e todos os seus.

Então, levando-os a sua casa, lhes pôs a mesa; e, na sua crença em Deus, alegrou-se com toda a sua casa.

 

Batismo em relação ao perdão dos pecados.

 

 

Atos 2: 38

 

Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.

 

Atos 22: 16

 

E, agora, por que te deténs? Levanta-te, e batiza-te, e lava os teus pecados, invocando o nome do Senhor.

 

Batismo em relação ao Dom do Espírito Santo.

 

Atos 19: 5

 

E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus.

 

Atos 2: 38

 

Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.

 

Batismo em relação à Salvação.

 

 

Atos 16: 30-33

 

 

E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?

E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.

E lhe pregaram a palavra do Senhor e a todos os que estavam em sua casa.

E, tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões; e logo foi batizado, ele e todos os seus.

 

I Pedro 3: 21

 

Que também, como uma verdadeira figura, agora vos salva, batismo, não do despojamento da imundícia da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo.

 

Batismo em relação à união de Jesus Cristo.

 

Romanos 6: 3-4

 

Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?

De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.

 

 

Gálatas 3: 27

 

Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo.

 

Batismo como morte e ressurreição com Cristo.

 

 

Colossenses 2: 12

 

 

Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos.

Batismo como Purificação.

 

 

I Pedro 3: 21

 

 

Que também, como uma verdadeira figura, agora vos salva, batismo, não do despojamento da imundícia da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo.

 

 

Batismo como incorporação ao corpo de Cristo. (A Igreja).

 

 

I Corintios 12: 12-13

 

Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um corpo, assim é Cristo também.

Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.

 

Batismo pelos mortos.

 

I Corintios 15: 29

 

 

Doutra maneira, que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles, então, pelos mortos?

 

Batismo de João.

 

 

Mateus 3: 11

 

 

E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; não sou digno de levar as suas sandálias; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.

 

 

 

I João 5: 6

 

 

Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo; não só por água, mas por água e por sangue. E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade.

 

 

Batismo cristão.

 

 

João 3: 5

 

 

Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus.

 

 

Atos 8: 36-38

 

 

E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado?

E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.

E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou.

 

 

Efésios 5: 26

 

Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra.

 

 

 

Batismo símbolo dos bens divinos.

 

 

João 4: 10

 

 

Jesus respondeu e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva.

João 19: 34

 

 

Contudo, um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.

 

 

I João 5: 8

 

E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água, e o sangue; e estes três concordam num.

 

 

Apocalipse 7: 17

 

 

Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda lágrima.

 

Apocalipse 21: 6

 

E disse-me mais: Está cumprido; Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida.

 

 

Apocalipse 22: 17

 

E o Espírito e a esposa dizem: Vem! E quem ouve diga: Vem! E quem tem sede venha; e quem quiser tome de graça da água da vida.

 

 

Amém.