20 de junho de 2017

JESUS CRISTO, O MODELO SUPREMO DE CARÁTER


JESUS CRISTO, O MODELO SUPREMO DE CARÁTER 2º TRIMESTRE 2017 (Mt 1.18,21-23; 3.16,17)
 
Texto Aureo = "[...] E o seu nome será Maravilhoso Conselheiro,  Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." (Is 9.6)
 
Introdução
Nesta lição, refletiremos a respeito de Jesus, o Homem de caráter perfeito. É impossível descrever a grandeza de lua personalidade e do seu caráter com palavras meramente humanas. Sua entrada no seio da raça humana, que se achava em miséria espiritual, não somente significou Deus entre nós, o Emanuel (Mt 1.23), mas o cumprimento da promessa do Criador de redimir o homem no Éden. Ele se humanizou como "a semente da mulher" que haveria de ferir a cabeça do Diabo (Gn 3.15).
I - DEFINIÇÕES DOS TERMOS MODELO E SUPREMO
 
Modelo.
 
Segundo Aurélio (2004, p. 1344) modelo é: “aquilo que serve de exemplo ou norma; pessoa ou ato que, por sua importância ou perfeição, é digno de servir de exemplo”. Do grego “tupos”, possui entre outros, o significado de “marca, impressão, forma ou molde” (Rm 6.17), “modelo, padrão” (At 7.44; Hb 8.5); podendo ser em: (a) sentido ético (1Co 10.6; Fp 3.17; 1Ts 1.7; 2Ts 3.9; 1Tm 4.12; Tt 2.7; 1Pd 5.3); e (b) sentido doutrinário (Rm 5.14).
 
Supremo.
 
De acordo com o dicionário da língua portuguesa, “supremo” em termos gerais quer dizer: “que está acima de tudo; superior” (FERREIRA, 2004, p. 1898). Jesus é superior, essa é a temática principal do escritor da epístola aos Hebreus; sendo o Senhor descrito textualmente nas páginas do Novo Testamento como: (a) Sumo Sacerdote (Hb 3.1; 4.14) e, (b) Sumo pastor (1Pd 5.4).
 
II – INFORMAÇÕES SOBRE JESUS
Nome
Forma grega que corresponde ao hebraico e aramaico Yeshua, ou Yehoshua (o mesmo que Josué), que significa o Senhor salva. JESUS era um nome comum entre os judeus, pelo qual expressavam sua fé de que Deus era o seu salvador. Aqui, porém, o anjo do Senhor, ao dar o nome de Jesus ao filho de Maria, designava a missão especial que ele vinha realizar: “porque ele salvará o seu povo dos pecados deles”. Sem dúvida o nome Josué era bem popular nos dias de Jesus e isso explica o uso ocasional da expressão “Jesus de Nazaré” ou “Jesus, o nazareno” (Jo 1.45), para diferenciá-lo de outros com o mesmo nome (Cl 4.11; Mt 26.71).
Genealogia.
Cristo veio do Pai (Jo 16.28), mas nasceu de uma mulher (Gl 4.4); Ele é o “[…] Maravilhoso Conselheiro, o Deus forte, o Pai da eternidade, o Príncipe da paz” (Is 9.6-b), mas nasceria como um menino, “Porque um menino nos nasceu […]” (Is 9.6-a). Jesus teve como qualquer outro judeu, a sua árvore genealógica, sendo assim destacada a sua humanidade. Paulo a respeito da natureza humana de Jesus afirma: “[…] que nasceu da descendência de Davi segundo a carne” (Rm 1.3). A Bíblia registra duas genealogias de Jesus (Mt 1.1-17; Lc 3.23-38).
O NASCIMENTO VIRGINAL DE JESUS
Mateus e Lucas contam que Jesus Cristo foi concebido pelo Espírito Santo e nascido de Maria, que era virgem. Para ser Deus e homem, Jesus não poderia ter sido concebido naturalmente. Profetizado por Isaías (Isaías 7:10-14), seu nascimento miraculoso não foi um fato sem importância – é o cerne da história de Jesus. O nascimento virginal é prova da Encarnação de Jesus e de que Cristo era realmente Deus. Jesus passou sua infância em Nazaré e aos 12 anos foi achado no templo conversando com os doutores da lei.
O tríplice crescimento de Jesus (Lc 2.52)
 
Lucas distingue o crescimento humano de Jesus em sabedoria, estatura (tamanho) e graça, diante de Deus e dos homens e, isso não nos deve surpreender, porquanto ele era homem autêntico. Enquanto viveu em Nazaré, Jesus “crescia e ficava forte, cheio de sabedoria, e a graça de Deus estava com ele” (Lc 2.40). “Cada ser humano que nasce neste mundo, destacam esses expositores bíblicos; pertence a um determinado lugar, a uma determinada família e a um determinado povo. Nasce, portanto, sujeito a vários condicionamentos. Com Jesus também foi assim”.
 
  • Crescimento em sabedoria (intelectual). Crescer em sabedoria é assimilar os conhecimentos da experiência humana diária, acumulada ao longo dos séculos nas tradições e costumes do povo. Isso se aprende convivendo na comunidade natural do povoado.
  • Crescimento em estatura (físico). Crescer em tamanho é nascer pequeno, crescer aos poucos e tornar-se adulto. É o processo de todo ser humano; com suas alegrias e tristezas, amores e raivas, descobertas e frustrações. Isto se aprende convivendo na família com os pais, os avós, os irmãos e as irmãs, com os tios e tias, sobrinhos e sobrinhas.
  • Crescimento na graça (espiritual). Crescer em graça é descobrir a presença de Deus na vida, a sua ação em tudo que acontece, o seu chamado ao longo dos anos da vida, a vocação, a semente de Deus na raiz do próprio ser. Isto se aprende na comunidade de fé, nas celebrações, na família, na meditação, na oração, na luta de cada dia, nas contradições da vida e, em tantas outras oportunidades.
Os condicionamentos do crescimento de Jesus.
 
“Ele aprendeu a falar e a escrever (nos dias de Jesus falava-se o hebraico nas escolas e o aramaico nas conversas diárias), a comunicar-se com Deus; Jesus estava sendo 'aperfeiçoado' como também lemos no texto de Hb. 2.10”. Não há como negar que fatores culturais, tais como o ambiente familiar, a língua e o lugar onde nascemos marcam a vida de cada uma de nós de forma profunda. Esses fatores são independentes da nossa vontade. No entanto, fazem parte da nossa existência, sendo, portanto, o ponto de partida para tudo aquilo que queremos realizar. Destacam ainda estes autores que Jesus “assumiu este condicionamento lá onde pesam mais, isto é, no meio dos pobres, pois Lucas descreve no ritual da purificação de Maria que sua família era uma família com poucos recursos (Lv 12.8; Lc 2. 22-24; 2 Co 8.9; Mt 13.55; Fp 2.6,7; Hb 4.15; 5.8).
 
III - MINISTÉRIO DE CRISTO
O ministério terreno de Jesus começou na cidade de Belém, na província romana da Judeia. A ameaça à vinda do Rei Jesus, quando menino, levara José a reunir a família e fugir para o Egito, mas, ao retornarem. Deus recomendou que se estabelecessem em Nazaré, na Galiléia. Com aproximadamente 30 anos, Jesus foi balizado no rio Jordão e, logo depois, foi tentado por Satanás no deserto da Judeia. Então, Jesus principiou seu trabalho em Cafarnaum, e passou a ministrar por toda a Israel, proferindo parábolas, ensinando sobre o Reino e curando os enfermos.
Cristo se fez Homem e Servo. Sendo rico, fez-se pobre; sendo santo, foi feito pecado (2 Co 5.21). Fez-se maldição (Gl 3.13) e foi contado com os transgressores. Sendo digno, consideraram indigno. Foi, ainda, feito menor que os anjos, que devem ter ficado espantados ao verem Deus encarnado, como servo, sendo tentado, sofrendo escárnio e crucificado. Mas, depois de tudo, viram entronizado e glorificado.
 
Após seu batismo, Jesus inicia seu ministério. João Batista não via necessidade de que Ele fosse batizado: sentiu-se inferior e sabia que Jesus não tinha pecado — Ele não precisaria passar por um batismo de arrependimento nem tinha de que se arrepender, mas Jesus fez questão de ser batizado, num ato de obediência e para cumprir toda a justiça, deixando-nos o exemplo (Mt 3.14,15). Seu ministério foi exercido na plenitude do Espírito. Após ter sido batizado por João, Jesus foi impelido pelo Espírito Santo, a fim de jejuar quarenta dias e quarenta noites no deserto. Nesta fase de jejum, oração e meditação num lugar solitário, preparado pelo Espírito Santo, Ele teve o seu preparo espiritual. O ministério de Jesus durou cerca de três anos. O cálculo da duração é feito com base nas festas pascais em que Ele esteve. O início de seu ministério se deu na véspera de uma Páscoa; depois, participou de mais duas e morreu na véspera de outra. O primeiro ano foi o da obscuridade; o segundo, o do favor público e o terceiro, o da oposição"
ü  Filho do Homem
 
De todos os seus títulos, 'Filho do Homem' é o que Jesus preferia usar a respeito de si mesmo. E os escritores dos evangelhos sinóticos usam a expressão 69 vezes. O termo 'filho do homem' tem dois possíveis significados principais.
 
O primeiro indica simplesmente um membro da humanidade. E, neste sentido, cada um é um filho do homem. Tal significado era conhecido nos dias de Jesus e remonta (pelo menos) aos tempos do livro de Ezequiel, onde é empregada a fraseologia hebraica bem' adam, com significado quase idêntico. Essa expressão, na realidade, pode até mesmo funcionar como o pronome da primeira pessoa do singular, 'eu' (cf. Mt 16.13).
 
Por outro lado, a expressão é usada também a respeito da personagem profetizada em Daniel e na literatura apocalíptica judaica posterior. Essa personagem surge no fim dos tempos com uma intervenção dramática, a fim de trazer a este mundo a justiça de Deus, o seu Reino e o seu julgamento. Daniel 7.13,14 é o texto fundamental para esse conceito apocalíptico"!
 
IV - JESUS CRISTO: O MODELO SUPREMO DE CARÁTER
 
Jesus é incomparavelmente o homem mais célebre que já existiu na face da terra. Nunca existiu e nem existirá, alguém que possuiu um modelo tão completo de todas as virtudes, um tipo tão excelente de caráter quanto Jesus. Vejamos alguns traços do seu perfeito caráter e personalidade:
 
Impecável.
 
Como homem Jesus se distinguiu dos demais, pois não conheceu pecado. Devido a sua impecabilidade, é chamado de “[…] o Santo e o Justo” (At 3.14; ver Jo 6.69; At 7.52; 22.14), expressão que o exalta como modelo de caráter. Embora tenha vivido em “semelhança da carne” (Rm 8.3). Ele jamais cometeu pecado (2Co 5.21; Hb 4.15). Ele era santo (Hb 7.26), incontaminado e imaculado (1Pd 1.19; 2.22), Nele não havia pecado (1Jo 3.5); era justo em sentido absoluto (1Jo 3.7); tal qualidade foi reconhecida e declarada até pelos demônios (Mc 1.24); tendo Jesus autoridade para desafiar a todos, dizendo: “Quem dentre vós me convence de pecado? […]” (Jo 8.46).
 
Submisso.
 
Uma outra virtude destacável do caráter de Jesus é a sua submissão. O Senhor Jesus apesar da sua natureza Divina, como homem se matriculou na escola da obediência, para nos deixar o exemplo: “Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu” (Hb 5.8). Em vários momentos de sua vida tal atitude pode ser evidenciada: (a) em sua encarnação (Fp 2.5-7); (b) em sua vida familiar obedecendo seus pais José e Maria (Lc 2.51); (c) ao ser batizado nas águas por João Batista (Mt 3.13-15); (d) ao fazer e ensinar a vontade de Deus o Pai (Jo 6.38; 8.28); (e) em não revidar as afrontas (1Pd 2.23); e, (f) ao entregar a sua vida pela humanidade (Mt 26.39; Fp 2.8).
 
 
Humilde.
 
Jesus era humilde de coração (Mt 11.29), ele várias vezes lembrou aos seus apóstolos que, mesmo sendo Mestre e Senhor, tinha se tornado servo (Mt 20,25-28; Lc 22.24-27); e, às vésperas de sua crucificação, Jesus deu o maior exemplo de humildade ao lavar os pés dos seus discípulos, um papel destinado ao escravo da casa (Jo 13.1-17). Podemos lembrar especialmente, a dolorosa série de inesquecíveis humilhações que ele sofreu sem queixar-se, mesmo que as tivesse sentido vivamente (Mt 26.55; Mc 14.48; Lc 22.52). A humildade de Jesus também é expressa quando lhe faziam elogios, e ele atribuía toda a glória ao Pai (Mt 19.16-17; Mc 10.17-18; Lc 18.18-19).
 
Carismático.
 
Segundo dicionário da língua portuguesa, uma pessoa carismática é: “alguém que desperta carisma ou admiração dos demais, encantador, simpático, cativante, sedutor, atrativo, querido, atraente, atencioso, influente e agradável”. Em seu ministério Jesus revelou sua simpatia e admiração ao dar atenção especial a várias classes de pessoas (Mc 10.13-16; Jo 3.1-10; 4.7-30). Até mesmo os seus opositores se admiravam e testificavam do seu comportamento e de suas palavras (Jo 7.32,45,46).
 
Manso.
 
É uma virtude que se opõe à rudez (Mt 5.5), e o nosso Senhor Jesus Cristo sempre foi manso e benigno (2Co 10.1; Mt 11.29). Quem é manso é pacificador (Mt 5.9), e por isso, somos conclamados a seguir a paz e, na medida do possível, ter paz com todos os homens (Rm 12.18; 1Co 7.15; Hb 12.14; 1Pd 3.11).
 
Misericordioso.
 
É a compaixão pela necessidade alheia (Mt 5.7); Jesus foi misericordioso com os homens em suas fraquezas e privações (Mc 5.19; Hb 2.17; Tg 5.11; 2Co 1.3 ver Mt 15.22; 17.15). Lembremos, pois, que a misericórdia é um mandamento divino, e que a Bíblia condena a indiferença para com os pobres (Lc 6.36; Mt 12.7). Sejamos misericordiosos assim como Jesus nos ensinou na parábola do samaritano (Lc 10.37).
 
Coração puro.
 
Outro traço do caráter de Jesus é a pureza de coração (1Jo 3.3), e quando olhamos para as Escrituras, vemos que o coração representa a personalidade (Mt 5.8), o centro das emoções humanas (Sl 15.2; 16.9; 51.10; Mc 7.21-23). Ao repreender os fariseus, o Senhor destaca como a pureza interior é necessária, dizendo serem semelhantes aos “sepulcros caiados” (Mt 23.27). Em contraste com a hipocrisia e malícia dos fariseus, Jesus revela a sua pureza de coração, no perdão concedido a mulher apanhada no ato de adultério (Jo 8.3).
O Senhor que conhece os pensamentos (Fp 4.8) e as motivações das ações cotidianas (1Co 4.5), manifestou em seu santo e justo julgamento o pecado dos acusadores (Jo 8.7,9), revelando favor à mulher (Jo 8.10,11).
 
V - O CARÁTER CRISTÃO COMO MODELO DE JESUS A SER SEGUIDO
 
Justo e irrepreensível.
 
O Senhor Jesus foi justo (Mt 5.6), e ordenou aos seus discípulos que priorizassem, acima de todas as coisas, o Reino de Deus e a sua justiça (Mt 6.33). Em um mundo perverso (At 2.40), onde as pessoas estão mais preocupadas em acumular riquezas (2Tm 3.2) do que socorrer ao aflito e necessitado, o verdadeiro crente deve: (a) refletir o caráter de Cristo através de uma vida de santidade e retidão (Mt 6.25,31,34), (b) ser irrepreensível (Fp 2.15-a), ou seja, alguém cuja moral não pode ser atingida, não tendo do que dizer de mal quanto a sua conduta (Tt 2.8), (c) destacar as características da vida cristã, em meio à corrupção (Fp 2.15-b); (d) possuir as virtudes que o qualifica o para a obra do ministério (1Tm 3.2; Tt 1.6,7); e, (e) ter a marca de quem espera a segunda vinda de Jesus (2Pd 3.14).
 
Submisso.
 
Atitude proveniente de um coração obediente e que reconhece as autoridades constituídas, sejam seculares (Rm 13.1-7; Tt 3.1; 1Pd 2.13), ou espirituais (Hb 13.17), que prioriza tal comportamento com vistas a comunhão fraternal (1Pd 2.18; 5.5), sobretudo à pessoa de Deus (Tg 4.7).
 
Humilde.
 
Jesus foi modesto em toda a sua maneira de viver (Mt 11.29). Ele demonstrou sua humildade ao despojar-se de sua glória (Fp 2.6,7); na irrestrita obediência à vontade do Pai (Jo 5.30; 6.39; Fp 2.8); quando lavou os pés dos discípulos (Jo 13.3-5); e ao relacionar-se com todas as pessoas, independentemente de sua raça ou posição social (Mt 9.11; 11.19; Jo 3.1-5; 4.1-30). A humildade é um aspecto do caráter imprescindível a todos os crentes (Ef 4.1,2; Cl 3.12), pois os humildes sempre alcançam o favor do Senhor (Tg 4.6).
CONCLUSÃO
 
Nos estudos e capítulos sobre alguns pesonagens do Antigo e do Novo Testamento, vimos que não é fácil dissertar sobre suas vidas, testemunho e missão, por causa da escassez de informações e de dados históricos. No caso de Jesus, o maior e mais excelente personagem da História, é mais dificil descrevê-lo, não tanto por falta de dados e informações, mas, sim, por causa de sua grandeza, de sua personalidade singular e de seu caráter inigualável. E não poderia ser diferente. Ele é a “[...] O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele.
E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência Cl 15-18”.
 
REFERÊNCIAS
 
· BRUCE, F.F et al. Dicionário Ilustrado da Bíblia. VIDA NOVA.
· DOUGLAS, J.D. O Novo Dicionário da Bíblia. VIDA NOVA.
· FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. POSITIVO.
· GARDNER, Paul. Quem é quem na Bíblia. VIDA.
· STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD
· VINE, W.E et al. Dicionário Vine. CPAD.
·        ECOLA DOMINICAL – PORTAL EBD, http://www.portalebd.org.br/
·        EBD LIÇÕES PARA A VIDA ETERNA, http://ebdestudosbiblicos.blogspot.com.br/
·       IEAD em Pernambuco - Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
 

13 de junho de 2017

JOSÉ, O PAI TERRENO DE JESUS – UM HOMEM DE CARÁTER


JOSÉ, O PAI TERRENO DE JESUS – UM HOMEM DE CARÁTER

TEXTO ÁUREO = “E José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher.”

VERDADE PRÁTICA = José, pai de Jesus, nos deixou um exemplo marcante de um caráter humilde, submisso e amoroso.

LEITURA BIBLICA- Mateus 1: 18-25

INTRODUÇÃO

José é um personagem célebre do Novo Testamento bíblico, marido da mãe de Jesus Cristo. Segundo a tradição cristã, nasceu em Belém da Judéia, no século I a.C., era pertencente àtribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel. No catolicismo, ele é considerado um santo e chamado de São José.

Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade da Galileia. Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.

O lugar que José ocupa no Novo Testamento é discreto: está totalmente em função de Cristo e não por si mesmo. José é um homem silencioso, e pouco aparece na Bíblia. Não se sabe a data aproximada de sua morte, mas ela é presumida como anterior ao início da vida pública de Jesus. Quando este tinha doze anos, de acordo com o Evangelho de Lucas (cap. 2), José ainda era vivo, sendo que em todos os anos a família ia anualmente a Jerusalém para a festa da Páscoa. Na Páscoa desse ano, "o menino Jesus permaneceu em Jerusalém sem que seus pais soubessem", os quais "passaram a procurá-lo entre os parentes e os conhecidos" e, por fim, o reencontraram no Templo da Cidade Santa "assentado entre os mestres, ouvindo-os e interrogando-os, os quais se admiravam de sua inteligência e de suas respostas". "Logo que seus pais o viram, ficaram maravilhados" e Maria, sua mãe, diz-lhe: "Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura", sendo essa sua última referência a José estando vivo.

I – JOSE. O PAI DE JESUS

Uma reflexão a respeito da paternidade de José, que está escondida no coração de todo homem. A Bíblia está cheia de personagens que nos marcam. Marcam por serem pessoas que cometeram erros, mas que ao mesmo tempo eram ousados e cheios de Deus para fazerem o que lhes fora proposto pelo Senhor.

Um desses personagens foi José, descendente de Davi (Mt 1.1-17), carpinteiro, judeu, que respeitava as tradições, noivo de uma menina chamada Maria. Naquela época, o noivado era um casamento, sem de fato o ter consumado. Maria deveria ficar na casa de seus pais por mais um ano após o acordo firmado entre seu pai e José. Nesse tempo, Maria se achou grávida do Espírito.

José, segundo Mateus 1.19, era um homem justo e por sua noiva estar grávida de um filho que não era seu, iria terminar secretamente seu casamento, pois ela deveria ser apedrejada segundo as leis de Moisés. Mas um anjo lhe apareceu em sonho dizendo-o para não temer, pois o que estava sendo gerado no ventre de Maria era o tão esperado Messias, e que o nome da criança deveria ser Jesus.

José, como todos nós que temos a Palavra de Deus, tinha uma escolha: obedecer ou não. Creio que mesmo com medo em seu coração, resolveu assumir os riscos de ter um filho do coração. Pelos cuidados que ele tinha, amou àquela criança desde o primeiro instante. Aos oito dias ele levou Jesus para ser circuncidado e após ter passado o tempo de purificação, consagrou-o ao Senhor (Lc 2.22).

Fico a imaginar toda a paciência e o cuidado que José teve com Maria até ela chegar a ser sua esposa de fato. Sabemos que uma mulher tem todo o processo de resguardo para voltar a ter intimidade com seu cônjuge após o nascimento de uma criança. Imagino também as noites sem dormir preocupado em achar um lugar para ficar, aprender o que significa cada choro da criança, dentre outras coisas mais que um pai presente faz.

Podemos perceber pelos atos de Jesus, que não somente Maria o ensinava as histórias de seu povo, mas tendo em mente que José era um judeu que seguia atentamente os mandamentos de Moisés, penso que ele ensinava a criança ao caminhar, à mesa nas refeições e principalmente sendo um exemplo a ser seguido pelo menino.

Jesus venceu o diabo na tentação no deserto, com a Palavra. Alguém lhe ensinou a Palavra. José escolheu adotar Jesus como filho do coração. Creio que ele sabia que Jesus era uma pessoa especial. Ali estava o filho do próprio Deus, ou melhor dizendo, o próprio Deus encarnado.

José teve que administrar muito bem isso com os seus outros filhos que teve biologicamente com Maria. Podemos enxergar essa mesma qualidade de pai zeloso, pois seus filhos também seguiram e apoiaram o ministério de Jesus.

Na Lei Brasileira, o filho adotivo tem todos os direitos e deveres de um filho biológico. Enxergamos no exemplo de José, o amor de Deus que nos fez adotados em Jesus. Deus deu Jesus de presente para nós, para que houvesse uma reconciliação entre a humanidade e Ele, tornando-nos filhos do coração, com todos os direitos e deveres do Filho “Biológico”.

É lindo pensar que quando Jesus veio ao mundo, veio como unigênito. Mas quando ressuscitou, ressuscitou como primogênito (filho mais velho). Aleluia! Em Jesus, fomos feitos filhos de Deus, o mesmo poder que operou em Jesus, naquela época, continua operando em nós que o recebemos como Salvador e “irmão mais velho”. Cada pessoa pode ser um José na vida de muitas crianças e cada pai pode ter a honra de ser com seus filhos (biológicos ou não) uma referência, um exemplo e um alicerce. No caso de José, primeiro veio o “Filho do coração”, depois vieram alguns biológicos.

Crianças que poderiam ter destinos tão contrários podem ser transformadas pelo poder de Deus por meio da vida dos pais que os criam. Não apenas as mães, mas íntegros pais, homens comuns que se dispõem a cumprir um chamado único: a paternidade. No caso específico dos “filhos de coração”, costumo dizer aos casais cristãos, que vão adotar que eles serão agentes de Deus para transformação de vidas, saqueando o inferno e povoando o Céu.

II – O CARÁTER EXEMPLAR DE JOSÉ

Vamos refletir em algumas características de José:

 1- Temente a Deus: Mateus 1.20 e 2.13,19. A primeira característica que marca a vida de José é o seu temor a Deus. Ser temente a Deus não é ter medo e sim um amor profundo. José tinha uma vida de oração e levava sua família ao templo todos os anos na páscoa (Lucas 2.41).

Por tão temente, o Senhor o visitou em sonho três vezes para orientar o seu futuro. Primeiro sonhou com um anjo lhe dizendo para assumir Maria e a criança (Mateus 1.20). Depois o anjo lhe apareceu novamente em sonho ordenando que fosse para o Egito (Mateus 2.13). Num terceiro sonho o anjo lhe disse que poderiam voltar (Mateus 2.19). Todo este roteiro de sonhos e viagens mostra que era alguém que tinha grande intimidade com Deus.

Ser um pai temente a Deus é ter uma vida de oração, buscar sempre a vontade de Deus em tudo. Viver na presença de Deus é a melhor forma de um pai abençoar sua família como sacerdote do lar (Deuteronômio 6.6-10). Um pai de família precisa buscar “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Provérbios 9.10). Seja exemplo de temor a Deus!

2- Responsável: Lucas 1.27 e 2.4. Outra característica de José é sua responsabilidade que se destaca entre seus adjetivos. Primeiramente se percebe pelo fato de estar desposado com Maria (Lucas 1.27) assumindo seu compromisso de constituir uma família. José cumpriu sua obrigação civil e foi fazer o recenciamento na época e no lugar certo, mesmo diante da dificuldade de ter sua esposa grávida (Lucas 2.4). Além disso, José assumiu a paternidade pública de Jesus recebendo Maria como esposa (Mateus 1.24). Ser conhecido como carpinteiro também denota que era um homem trabalhador e bom profissional (Mateus 13.55) e também ensinou a profissão para seu filho (Marcos 6.33). Deu educação a seus filhos provavelmente em casa (João 7.15-17), pois Jesus sabia ler (Lucas 4.16 e 17) e escrever (João 8.8).

O exemplo de um pai ensina muito mais que suas palavras. Todo filho aprende como seu pai “ensina a criança no caminho em que deve andar” (Provérbios 22.6) e lembra-se de suas atitudes (Lucas 15.17). Quando um pai dá exemplo de responsabilidade, seus filhos o seguem como referencial e mesmo que se desviem um dia se lembrarão. Seja um exemplo de pai responsável!

3- Obediente: Mateus 1.18-25. A terceira característica marcante em José é a sua obediência a Deus, por isso foi chamado de “justo” (Mateus 1.19). Obedeceu à lei levando Jesus para ser circuncidado ao oitavo dia (Lucas 2.22). Não havia coabitado com sua noiva antes do casamento (Mateus 1.18). Somente depois do nascimento de Jesus é que recebeu Maria como sua mulher (Mateus 1.25). Por um instante José foi tentado a deixar Maria (Mateus 1.19), com as melhores intenções de livrar sua noiva de um castigo infame. Contudo, assim que recebeu mensagem do anjo, obedeceu imediatamente recebendo Maria como esposa e o filho como se fosse seu (Mateus 1.24). Até o nome da criança José obedeceu e colocou como mandou o anjo (Mateus 1.21 e 25). Desde os lugares onde morou com sua família até cada detalhe de sua vida foram em obediência à orientação de Deus (Mateus 2.13, 19,20).

Quando o pai é obediente a Deus, os filhos são obedientes ao pai. Se o pai não obedecer a sua liderança, os filhos não saberão obedecê-lo. Muitos pais sacrificam seus filhos por não ensinar obediência, pois “obedecer é melhor que sacrificar” (I Samuel 15.22).

Por isso é importante buscar em tudo a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.2). Um pai sabe o que é melhor para o filho (Mateus 7.9-12) e precisa ensinar a ser obediente em tudo. Seja um exemplo de obediência a Deus!

III - A NOBRE MISSÃO DE JOSE

1. Assegurar a Ascendência Real de Jesus. Como visto no item 1.2, José, perante a lei, era o pai de Jesus, incluindo-o na ascendência de sua família e também na ascendência de Maria, conforme o registro de Lucas (3.23-3 8).

Dessa forma, ele garantiu a confirmação de Jesus na descendência real de Davi, pela tribo de Judá: “E Davi era filho de um homem, efrateu, de Belém de Judá, cujo nome era Jessé [...]“ (1 Sm 17.12). Jesus é descrito no livro de Apocalipse como “o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi”, o único capaz de abrir o livro selado com sete selos (Ap 5.5). Mateus registra a árvore genealógica de Jesus a partir da descendência de Davi, por meio de Natã, seu terceiro filho (Lc 3.3 1; 2 Sm 5.14), visto que o penúltimo rei da casa de Davi, em Judá, Joaquim (ou Jeconias), sofreu terrível maldição: nenhum descendente dele se assentaria no trono de Davi por causa da pecaminosidade em seu reinado (ver Jr 22.28-30)”. Esses fatos negativos provocaram um rompimento da linhagem davídica, mas Jesus foi adotado por José, que era da tribo de Judá. Quando uma criança era adotada como primogênito passava a pertencer à tribo do pai adotivo.

2. Proteger Jesus em seus primeiros Anos. A sociedade judaica era eminentemente patriarca1. Ela requeria que uma família tivesse o pai como líder espiritual e humano da família, ao lado de sua esposa. Jamais se imaginaria uma mulher dizer que tivera um filho, sem que a presença do pai fosse notória. Mesmo em se tratando da concepção virginal de Jesus, pelo Espírito Santo, Maria não teria condições de criá-lo humanamente sem o apoio da figura paterna.

A contribuição de José à formação espiritual, moral e social de Jesus ao lado de Maria foi inestimável. Ele prestou um serviço de alta relevância perante Deus, como pai adotivo e guardião de Jesus em sua infância e adolescência. Alguns fatos sobre a vida de Jesus comprovam o amor e o zelo de José pelo menino que não era seu filho, e sim filho de Maria pela intervenção divina.

1) No nascimento de Jesus. Ao chegar a Belém para o alistamento determinado pelo governo, José e Maria, com o menino em seu ventre, não tiveram lugar para se hospedar e tiveram que aceitar recolher-se, no meio da noite, numa estrebaria. Ali, as dores do parto foram intensas e, em meio ao silêncio noturno, Maria deu à luz a Jesus, na companhia de José:

“E subiu da Galiléia também José, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi chamada Belém (porque era da casa e família de Davi), a fim de alistar-se com Maria, sua mulher, que estava grávida. E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem” (Lc 2.4-7).

Maria, na sua condição social, não tinha uma serva a seu serviço. Naquela situação, sem dúvida, José participou dos procedimentos no parto de Jesus, ajudando Maria em todos os detalhes, amparando o bebê na saída do útero materno, no corte do cordão umbilical, em sua limpeza pós-parto, no envolvimento em panos e na colocação da criança na manjedoura.

2) Nas cerimônias exigidas pela Lei. Na circuncisão de Jesus ao oitavo dia de nascido e também na apresentação no templo, José estava ao lado de Maria: “E, quando os oito dias foram cumpridos para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido. E, cumprindo_se os dias da purificação, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor” (Lc 2.2 1,22).

3) Na fuga para o Egito. Diante da ameaça de Herodes de matar o menino Jesus, Deus determinou que José tomasse Maria e o menino e todos fugissem para o Egito, até que o rei homicida tivesse morrido. Quase 500 quilômetros de viagem, em meio a estradas desertas, com risco de assaltos e intempéries, José conduziu a esposa e seu filho para um lugar seguro e só voltou de lá por revelação de Deus, quando Herodes havia morrido. E os três foram morar em Nazaré (Mt 2.13-23).

3. Zelar pela Formação Espiritual de Jesus. Como criança normal, saudável, inteligente e de família judaica, Jesus foi criado conforme os ditames da Lei de Moisés. Certamente, seus pais cumpriam o que fora determinado quanto à educação dos filhos, com o ensino sistemático e diário das palavras de Deus (cf. Dt 11.18-21). Fazia parte de sua educação conhecer e participar das festas anuais de Israel, das quais a Páscoa era a mais impactante por seu significado histórico e espiritual.

José e Maria levavam o menino a Jerusalém para essa festividade nacional: “Ora, todos os anos, iam seus pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa. E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa” (Lc 2.4 1,42).

Embora os relatos sobre a vida desse personagem bíblico sejam escassas, o que se conhece dele é suficiente para se demonstrar que se trata de um servo de Deus, que cumpriu uma missão importantíssima no projeto de Deus para a redenção da humanidade. Seu papel coadjuvante não deve ser menosprezado nem diminuído. Maria foi a escolhida para acolher a encarnação de Jesus, o Verbo que “se fez carne, e habitou entre nós” Uo 1.14).

José, porém, foi escolhido por Deus para ser parte integrante da sagrada família, cuidando de Maria, como esposo humilde e amoroso, e de Jesus, como pai terreno, zelando pela integridade física, emocional e espiritual de Jesus, notadamente nos anos da infância e da adolescência. Um exemplo eloquente de um verdadeiro pai, que se faz presente na vida do filho, e não apenas um genitor, que gera e descuida-se da vida do filho.

A igreja católica criou uma imagem de José repleta de piedade e devoção e que ultrapassa a verdade esposada na Bíblia acerca desse servo de Deus. Durante os primeiros 500 anos do cristianismo, José nunca foi venerado ou exaltado, muito menos cultuado. “Mas, somente no século XV d.C. é que começaram a aparecer na Europa as primeiras missas e ofícios em honra a São José. Em 1479, Pio IV introduziu a festa a São José, em Roma. Pio IX, em 1870, declarou que José era o patrono da Igreja Universal”.

Assim como foi feito com Maria, exaltada à condição de mãe de Deus, “Rainha do Céu”, mediadora entre Jesus e os homens, José também recebeu honras e veneração que ele próprio jamais aceitaria por causa de seu caráter santo e humilde. Devemos ficar com o que a Palavra de Deus diz sobre os personagens da história sagrada.

CONCLUSÃO

Não sabemos como foi o fim da vida de José. Muitos historiadores acreditam que morreu antes de Jesus, por isso Cristo demonstrou ser o responsável por sua mãe quando estava na cruz (João 19.26).

 

Mas o exemplo de sua vida tem muito a nos ensinar, pois viveu com um propósito de preparar seus filhos. Nós também não sabemos como será o fim de nossa vida e devemos viver para Deus cada minuto do nosso viver estando prontos para deixar os filhos preparados para a vida. Talvez Deus tenha permitido que soubéssemos o fim da história de José para mostrar que a paternidade é uma 'história sem fim', mas que os filhos educados para Deus dão continuidade eternamente.

Se você soubesse que há um grande propósito de Deus para seu filho, como você o educaria? Com certeza da melhor forma possível. Então é o que deve fazer porque assim como José sabia que Jesus é especial, cada criança também é importante para Deus e para eles reservou o seu Reino (Mateus 19.14). Não seja um pai como o mundo quer e sim como Deus ensina. Seus filhos também não são seus e sim de Deus. Se você pensar que seus filhos pertencem a Deus e que o Senhor os confiou a você para cuidar, certamente fará o melhor para eles

 

Evangelista Isaias Silva de Jesus

Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados – MS

Bibliografia



Citações Bíblicas: Bíblia Revista e Atualizada, Sociedade Bíblica do Brasil

Livro O Caráter do Cristão –Elinaldo Renovato de Lima –CPAD 1º. Edição 2017

 

7 de junho de 2017

MARIA, MÃE DE JESUS UMA SERVA HUMILDE


MARIA, MÃE DE JESUS UMA SERVA HUMILDE

TEXTO ÁUREO = “Disse, então, Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.”

VERDADE PRÁTICA = Maria, mãe de Jesus, nos deixou um exemplo elevado de humildade e submissão à vontade de Deus.

LEITURA BIBLICA = Lucas 1: 46-49

INTRODUÇÃO

Quero, comentar sobre a mãe de Jesus Cristo, falar de uma mulher que merece estar no pedestal. É claro que se ela estivesse viva ela diria: “longe de mim tal merecimento”. Mas para falar de Maria, mãe de Jesus, eu digo como Paulo: “Dai a cada um o que lhe é devido:.... a quem honra, honra”(Rm 13:7).

Maria é uma mulher digna de ser imitada não só pelas mulheres, mas por todos os cristãos de todos os tempos: por sua humildade, coragem, abnegação, fervor e fidelidade a Deus. Ela foi uma mulher que esteve pronta a correr todos os riscos para realizar a vontade de Deus. Vejamos a seguir algumas características importantes dessa mulher maravilhosa.

1. Maria uma mulher escolhida por Deus para ser a mãe do Senhor Jesus. Ser a mãe do Messias era o desejo de qualquer mulher israelita. O povo esperava um Messias da linhagem de Davi, porém um Messias ditatorial, guerreiro, libertador, déspota, invencível, mas nunca jamais imaginaram vir o Messias de alguma cidade da Galiléia, a Galiléia dos Gentios (Mt 4:15), principalmente de uma família pobre de Nazaré. O povo de Jerusalém desdenhava os judeus da Galiléia e dizia que eles não eram puros em virtude do seu contato com os gentios. Eles especialmente desprezavam os habitantes de Nazaré (João 1:45,46), mas Deus, em sua graça, escolheu uma jovem pobre, da pequena cidade de Nazaré, na pobre região da Galiléia, para ser a mãe do Messias prometido. Essa escolha teve sua origem na graça de Deus e não em qualquer mérito dela. Deus não chama as pessoas porque são especiais, mas elas se tornam especiais porque Deus as chama.

Quando o anjo aparece a Maria, pela primeira vez, quando da escolha para ser a mãe do Salvador ele diz; “...Salve, agraciada; o Senhor é contigo”(Lc 1:28). Agraciada significa favorecida, não merecedora, pois graça significa favor não merecido. Observe, também, que a mensagem do anjo estava na criança, e não em Maria. O Filho seria grande, não ela(Lc1:31-33). O nome da criança resumia o propósito do seu nascimento. Ele seria o Salvador do mundo(Lc1:31; Mt 1:21). O anjo revela a Maria que a concepção seria um milagre. Disse-lhe o anjo: “Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus”(Lc1:35).

O Deus Filho tornou-se humano por meio de uma concepção milagrosa, operada pelo Espírito Santo no ventre de Maria. O Deus infinito, o Criador do universo, tornou-se um pequeno embrião humano no ventre de Maria. Dentre muitas jovens ricas daquela época e de famílias que moravam em Jerusalém, escolheu uma humilde e simples jovem da mais humilde e desprezível cidade dos termos de Israel. Considero isso um privilégio! “...porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração”(1 Sm 16:7).

2. Maria, uma mulher disponível para Deus - “Disse então Maria. Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra” (Lc1:38). O anjo chamou Maria de “favorecida”, porém, ela preferiu um termo bem mais humilde: serva. Não serva de Gabriel, de José ou de homem algum, mas do próprio Senhor. Essa atitude de Maria resume toda a sua filosofia de vida. Maria se coloca nas mãos de Deus para a realização dos propósitos de Deus. Ela é serva. Ela está pronta. Ela se entrega por completo, sem reservas ao Senhor. Ela está pronta a obedecer e oferecer sua vida, seu ventre, sua alma, seus sonhos ao Senhor. Ela está disponível para Deus. Ela está pronta a sofrer riscos, a desistir dos seus anseios em favor dos propósitos de Deus. Ela está pronta a ser uma sócia de Deus, não uma igual com Deus, mas uma serva. Ela diz: “cumpra-se em mim conforme a tua palavra”. Estes termos mostram que ela estava disponível para Deus. De todos os úteros da terra, o seu útero foi escolhido para ser o ninho que ternamente acalentaria o Filho de Deus feito homem. A serva de Deus, Maria, se apresenta, bate continência ao Senhor dos Exércitos e se coloca às suas ordens.

3. Maria, uma mulher disposta a correr riscos para fazer a vontade de Deus – “... cumpra-se em mim segundo a tua palavra”(Lc1:38). Para fazer a vontade de Deus há um preço a cumprir. Sempre foi assim ao longo da história da igreja àqueles que ergueram a bandeira de obediência ao Senhor Deus. Maria arriscou tremendo reveses em sua vida quando se propôs em fazer a vontade do Senhor: ser a Mãe do Salvador do mundo, o Messias.

a) Risco de censuras do povo. Ao aparecer grávida na cidade de Nazaré Maria estava exposta às mais aviltantes censuras, haja vista que o anjo apareceu somente a ela, e não ao povo de um modo geral. Imagine explicar uma gravidez, não explicável, para sua família!. Maria passou um tempo da sua vida sob uma nuvem de suspeita por parte da família e dos vizinhos.

b) Risco de ser abandonada pelo seu noivo, José, por não acreditar em sua gravidez milagrosa. Já que assumiu o compromisso de obedecer a Deus, como enfrentar o homem que amava e lhe dizer que estava grávida e que ele não seria o pai? Certamente, não foi fácil! Mas ela estava disposta a sofrer o desprezo e a solidão. Na verdade, José não acreditou em Maria, pois resolveu abandoná-la(Mt 1:19). Mas o anjo apareceu para ele e lhe contou a verdade e ele creu na mensagem do anjo e nas palavras de Maria(Mt 1:20). A Bíblia não registra nenhuma palavra direta de José. Ele simplesmente obedeceu.

c) Risco de ser apedrejada em público. O risco de Maria ser apedrejada era enorme, pois esse era o castigo para uma mulher adúltera. Como ela já estava comprometida com José(Mt 1:19), ele poderia, com base nos ditames da Lei Mosaica, mandar apedrejá-la. A Lei era enfática: “Se houver moça virgem desposada e um homem a achar na cidade, e se deitar com ela, trareis ambos à porta daquela cidade, e os apedrejareis até que morram: a moça, porquanto não gritou na cidade, e o homem, porquanto humilhou a mulher do seu próximo. Assim exterminarás o mal do meio de ti”( Dt 22:23,24).

Percebe-se que Maria dispôs-se a pagar um alto preço por sua obediência ao projeto de Deus. Maria era uma jovem pobre, agora grávida, com o risco de ser abandonada pelo noivo e apedrejada pelo povo. Mas ela não abre mão de ir até o fim, de lutar até a morte, de sofrer todas as estigmatizações possíveis para cumprir o projeto de Deus.

4. Maria, uma mulher feliz porque creu em Deus – “Bem-aventurada aquela que creu que se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas”(Lc. 1:45). Bem-aventurada quer dizer muito feliz. Maria não foi considerada feliz porque foi pedida em casamento por um milionário da região, nem por ser considerada a moça mais bonita de Nazaré, nem por ser a mais simpática da região, não. Isabel chama-a de muito feliz porque ela creu em Deus. Maria mesmo reconheceu que por ser a mãe do Salvador, ela seria considerada uma mulher muito feliz por todas as gerações(Lc 1:48).

5. Maria, uma mulher disposta a andar com Deus, mesmo diante das crises que a rodeavam. Maria, uma serva de Deus que merece ser imitada e respeitada. Nada poderia abalar sua fé, nem mesmo as piores crises. Tudo suportou por amor a Deus.

a) A crise do desabrigo. Após andar 130 quilômetros a pé ou de jumento, de Nazaré até Belém, ela dar à luz uma linda criança, o seu primogênito, o Filho do Altíssimo, o Verbo que se fez carne. Bem, o Filho do Altíssimo deve ter nascido em berço de ouro, por ser também da linhagem do rei Davi! Não, todos sabemos que ele nasceu numa humilde manjedoura, rodeados de animais, e num local não muito cheiroso. Se ela duvidou de Deus? Não, claro que não! Maria, além de uma mulher exemplar, ela era uma serva do Senhor, plenamente submissa a Ele. Ela não duvidou de Deus, não lamentou, não murmurou, nem se exaltou. Não reivindicou seus direitos, nem exigiu tratamento especial. Ela dá à luz ao seu filho sem um lugar propício, sem um médico ou parteira. Ela está sozinha com o seu marido, sem luzes, sem holofotes, sem cuidados, sem proteção humana.

b) A crise do desterro. Por força de um intento maligno do rei Herodes em matar o seu filho, Maria foge para o Egito. A crise agora foi ainda mais cruenta: era a crise de se sentir sem lugar certo para morar. Maria está enfrentando a crise de sentir-se desterrada, perseguida, ameaçada. Vão para um lugar onde serão ninguém, onde todos os vínculos importantes estarão ausentes. Ela é humilde o bastante para fugir. Corajosa o suficiente para enfrentar os perigos do deserto.

Ela caminha sintonizada pelas mãos da Providencia Divina. Ser mãe do Messias em vez de trazer-lhe status, glória e honra traz-lhe solidão, perseguição, desterro. Ela obedece à voz do anjo que imperativamente disse: “...permanece lá até que eu te avise...”(Mt 2:13).

c) A crise da discriminação social. Após o retorno do Egito, Maria foi morar em Nazaré da Galiléia, juntamente com José e Jesus. Nazaré era considerada como subúrbio do fim do mundo. Era um dos maiores covis de ladrões e prostitutas da época. O comentário geral era que de Nazaré não saía nada de bom (João 1:46). Era uma região sem vez, sem voz, sem representatividade. Era um lugar de péssima reputação. Mas é lá nesse caldeirão de terríveis iniquidades, nessa região da sombra da morte, que o Filho de Deus vai crescer para ser o Salvador do Mundo. É como se Deus estivesse armando a sua barraca nas malocas mais perigosas da vida. O Filho de Deus, o Rei dos reis, deveria ser chamado não de cidadão da gloriosa Jerusalém, mas de Nazareno, termo pejorativo, sem prestigio.

6. Maria, a mãe privilegiada – recebeu nos braços o Filho de Deus – o seu próprio Salvador e Senhor. Imagine ser mãe de um ser que foi preexistente a tudo e a todos. A Bíblia notifica e reivindica esse fato. Jesus é preexistente a todas as coisas – “Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas”(Cl 1:17). Maria se torna mãe do seu Salvador e Senhor, isto é um fato, que pode ser visto com clareza, à luz das Escrituras:

a) O anjo disse a Maria que o seu filho seria o Filho do Altíssimo (Lc1:32). Jesus, como Filho de Deus foi preexistente à sua mãe. Ele é o Pai da eternidade (Is 9:6). Ele é o Criador do Universo(Gn 1:1; João 1:3). Maria é mãe da natureza humana do Verbo eterno e divino(João 1:1). Quando o catolicismo romano proclama Maria “mãe de Deus”, deixa de perceber a incongruência lógica e teológica dessa afirmação, haja vista que Jesus é preexistente à Maria. A simples afirmação de que Maria é mãe de Deus despoja-O de seus atributos exclusivos de eternidade e divindade, pois se Deus teve mãe, Ele teve inicio, e se teve inicio, não é eterno, e se não é eterno, não pode ser Deus.

b) Os anjos proclamaram em Belém que o filho de Maria era o Salvador, o Messias e o Senhor – “É que vos nasceu hoje, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor”(LC 2:11). Os anjos não fizeram nenhuma menção a Maria, mais disseram que tinha nascido o Salvador e Senhor, o Cristo esperado, o Senhor e Salvador de Maria e de todo o ser humano. Essa noticia dos anjos não foi dada no Templo, mas nas Campinas. Não foi dada aos sacerdotes, mas aos humildes pastores de ovelhas. Os anjos disseram que tinha nascido o Cristo, o Senhor. Seu trono está firmado para sempre, não terá fim(Lc1:33). Todos os reinos dos povos cairão, mas seu reinado será estabelecido para sempre.

7. Maria, e o dia de seu maior sofrimento. Quando da apresentação de Jesus no Templo, em cumprimento aos ditames da Lei( Lc 2:27), Simeão, um ancião de Jerusalém, disse à Maria que “uma espada transpassará a tua alma”(Lc 2:35). É claro que Maria não entendeu nada do que se dizia de Jesus naquele momento, apenas se admirava do que se dizia de Jesus(Lc2:33).

Mas, trinta e três anos após cumpriu-se esta profecia, lá na cruz do calvário. Foi um dia negro da história da humanidade e, principalmente, na vida de Maria, contudo, um dia mais glorioso da história da humanidade. Era um dia de contrastes: Jesus morria, Jesus vencia; Jesus era humilhado, Jesus era glorificado; Ele era cercado de ódio por todos os lados, mas transbordando de amor por todos os poros.

Ao pé da cruz, está Maria sofrendo indescritivelmente ao ver seu filho primogênito morrendo sem sangue, exausto, sem forças. Ali, uma espada traspassou a sua alma. A espada era invisível, mas não o seu efeito. Na cruz, Jesus confia sua mãe a João, seu discípulo amado. Diz o trecho bíblico em João 19:26, 27: “ Vendo Jesus sua mãe e junto a ela o discípulo amado, disse: Mulher, eis ai teu filho. Depois, disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. Dessa hora em diante, o discípulo a tomou para casa”. Ali na cruz, Jesus revelou seu amor cheio de cuidado por sua mãe. Ali, Jesus ensina que os filhos precisam cuidar dos pais. Jesus, o fez porque José já havia morrido e seus irmãos não acreditavam nEle(João 7:5), e além do mais, João era sobrinho de Maria.

8. Maria, a discípula de Jesus. Maria só despertou-se para seguir realmente a Jesus, após a sua morte e ressurreição, mais precisamente após a sua ressurreição. Por seus irmãos não crerem em Jesus(João 7:5), apesar dos milagres que Ele operava na Galiléia(João 7:3), Maria, certamente, duvidava que Jesus fosse o Messias, é tanto que ela e seus outros filhos foram prender a Jesus, achando que Ele estava “fora de si”(Mc 3:20), por estar há muito tempo sem comer.

Com as multidões sempre o pressionando, Jesus não tinha sequer tempo para alimentar-se. Maria e seus filhos estavam preocupados com Jesus, mas não entendiam o seu ministério. Mas, após a sua ressurreição toda a sua família, inclusive Maria, tornou-se discípulos de Jesus. Com certeza, eles estavam dentre os quinhentos que Jesus aparecera (1Co 15:6). É tanto que Maria e os irmãos de Jesus estavam entre aqueles que aguardavam, em oração, a promessa do derramamento do Espírito Santo, no cenáculo (cf At 1:14).

É a última vez que Maria aparece na Bíblia. Fechou sua passagem pela Bíblia com chave de ouro: recebeu o Batismo com o Espírito Santo e tornou-se uma discípula de Jesus revestida de poder. Observe bem que no cenáculo, Maria tomou o seu lugar com os outros cristãos que aguardavam a promessa do Batismo com o Espírito Santo. Ela não estava separada dos demais e nem acima deles. Ela estava na companhia daqueles que eram seguidores do Senhor Jesus.

 

A Bíblia não diz que Maria recebeu uma porção especial do Espírito. Ela não foi mais cheia que os demais, não. Na verdade, seu lugar doravante foi discreto. Seus filhos, Tiago e Judas, são mencionados e escreveram livros da Bíblia, mas Maria não é citada mais, nem pelos apóstolos, nem pelos seus próprios filhos. O propósito dela não era estar no centro do palco, mas trazer ao mundo Aquele que é a Luz do mundo, o único digno de ser adorado e obedecido.

MARIA DEVE SER ADORADA? O QUE DIZ A BÍBLIA?

Nesse artigo; nós vamos falar um pouco sobre Maria, vamos ver o que a bíblia fala sobre ela em relação a adoração e a Jesus, e vamos estudar também; sobre a questão dela, que foi m ã e do salvador aqui na terra, e várias outras coisas sobre ela assuntos todos dentro da palavra de Deus.

MARIA A MULHER AGRACIADA POR DEUS.

Sabemos que Maria foi uma mulher santa, justa e guardadora da lei de Deus, ela foi uma pessoa que Deus a amava,Maria é um dos personagens mais importantes da bíblia, veja o que o anjo falou para ela: (Lucas 1.28) E entrando o anjo a ela disse: Salve agraciadao Senhor é contíguo bendita és entre as mulheres.

Veja outro versículo: (Lucas: 1.30,31) Disse-lhe então o Anjo: Não temas porque achasse graça diante de Deuseis que o teu ventre conceberas e dará a luz a um filho e por lhes as o nome de Jesus.

Antes mesmo de Maria nascer já existia pelo menos, uma profecia sobre ela, veja na bíblia: (Isaías: 7.14) mesmo assim muitas pessoas tem uma visão errada em relação a Maria.

Obs. Existem duas expressões que é usada para Maria: Cheia de grassa, e agraciada cheia de grassa é uma coisa e agraciada é outra coisa diferente. O anjo falou: Salve agraciada; cheia de graça é usado pelo homem e agraciada é usado pelo anjo.

Agraciada:

Significa dizer que ela recebeu um favor ou uma graça de Deus, uma benevolência algo que ela não merecia, e Deus por sua boa vontade quis realizar na sua vida, e lhe dar aquele privilégio, que foi ser escolhida como mãe do salvador.

Cheia de grassa:

Dessa forma, subtende que, ela já t em aquela grassa e que ela é cheia de favores, algo que é dela mesma e não Deus que deu. Se essa,expressão for compreendida dessa forma, esta incorreta, o mais correto é dizer:  Agraciada,que está de acordo com as escrituras.

MARIA E SUA VIRGINDADE.

Maria estava desposada com José ("prometida em matrimónio") eles ainda não estavam juntos, e ela achou-se ter concebido do Espirito Santo, José só conheceu a Maria, depois que ela teve a Jesus, antes disso ela era virgem,só depois José a conheceu.

Depois que Jesus nasceu; ela teve mais quatro filhos: Tiago, José, Simão e Judas, (Mateus: 13.55) a partir dai Deus ele é unigénito ou único agora aqui na terra como filho de Maria ele era o primogénito ou primeiro.

ELA PRÓPRIA FALA QUE ERA UMA PECADORA.

Quando Mariateve a Jesus observe bem o que ela falou: (Lucas:1.46,47) a minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus o meu salvador. Uma pergunta: Quem precisa de um salvador? Claro é um pecador então; Maria está dizendo no texto que era uma pecadora, mais se ela era uma pecadora a pergunta é: Como pode um pecador ser adorado?

Maria embora, santa, privilegiada por Deus, escolhida e amada mais ela era ser humano, como todos nós, sujeita as mesmas paixões contudo ela buscava a santificação e santificava sua vida, e era fiel a Deus. Maria também era uma pessoa humilde, tanto de condições financeira como de coração (Lucas:1.48) e (Lucas:.2.7). Depois que Maria foi escolhida como mãe de Jesus a partir de então ela passou a ser conhecida, por todas as gerações. (Lucas; 1.48)

A AUTORIDADE DOS PAIS.

Temos que entender uma coisa; quando uma mãe tem um filho, nós sabemos que o filho, tem que obedecer a mãe, e que a mãe tem autoridade sobre o filho, ou os pais tem autoridade sobre o filho como queira falar, só que no caso de Jesus e Maria é diferente, em relação amãe e filho.

MARIA ERA REALMENTE MÃE DE JESUS?

Tem pessoas que fala: Maria a mãe de Deus, ora; como nós sabemos, Deus não teve mãe correto? Ele é o início de tudo e o fim agora; considerando a pessoa de Jesus,como todos nós sabemos que Jesus é Deus (João: 1.1) quando ele veio aqui na terra, ele tinha duas natureza a humana e também a divina, então; se forcemos considerar Jesus só como homem, Maria é mãe dele, agora; vendo Jesus como Deus; Maria já não é mãe dele ela é submissa a ele ou seja; é abaixo dele.

Jesus como homem não teve pai aqui na terra, e como Deus não teve mãe. A bíblia diz: Honra a teu pai e tua mãe,para que se prolongue os teus dias na terra, como a bíblia diz que Jesusveio cumprir toda a l e i , então Jesus foi obediente aos seus pais porém; precisava cuidar das coisas do seu pai celestial (Lucas: 2.49)

O VINHO.

Lá na festa de Canáda Galileia em (João: Cap.2) na festa de casamento quando faltou vinho, Maria falou com Jesus ela como mãe, falou como que dando uma ordem a Jesus ela falou: Faltou vinho (João:2.3) e Jesus disse: Que tenho eu contigo mulher, ainda não é chegada a minha hora (Lucas:2.4) e Maria falou; (v.5) Fazei tudo quando ele vos disser.

Então: Tem pessoas que diz que server a Maria, o mandamento de Maria é obedecer a Jesus, se você não faz a vontade de Jesus então; você não obedece o que Maria falou resumindo, Maria não pode ser adorada ouidolatrada o único que deve adorado é Jesus.

A ADORAÇÃO

Uma certa vês, Jesus estava fazendo milagre, e teve uma mulherno meio da multidão se saltou e disse: Bem aventurado o ventre que te trouxe e os peitos que mamaste (Lucas: 11.27). O povo já queria idolatrar a Maria, e Jesus cortou na ora e disse: Antes bem aventurado os que ouve a palavra de Deus e as guarda (Lucas:11.28) a ninguém devemos prestar adoração a não ser a Deus.

Lá Em (Apocalipse:21.9) um dos 7 anjos que tinha as setes taças, cheias das últimas sete pragas na mão, o Anjo revelou a João os últimos, acontecimento, e João, queria adorar o anjo; veja: (Ap.22.8 ) Eu João sou aquele que vi e ouvi estas coisas e havendo ouvido, me prostrei ao pé do anjo para adorar.

Entenda que é um anjo que vê Deus que vive diante de Deus, que contempla a sua glória e seu poder, veja o que o Anjo disse: Olha não faças tal por que eu sou conservo teu("enviado para servir") e dos teus irmãos profetas, e dos que guarda as palavras desse livro adora a Deus. O próprio Anjo mandou João adorar a Deus e não aceitou a adoração.

A própria Maria não iria aceitar adoração, se Maria fosse aceitar adoração ela mesma estaria pecando contra Deus, e como ela era uma mulher santa e justa de forma Nem uma ela iria aceitar ser adorada.

EXEMPLO SIMBÓLICO DA CARTA E DO ENVELOPE.

Antigamente a alguns tempos atrás para nós nos comunicarmos usávamos as cartas, era através delas, a nossa comunicação.

Hoje a ciência se multiplicou e a mídia evoluiu. Colocávamos a carta no envelope e enviávamos para alguém da nossa família.Uma pergunta: Qual é o mais importante a carta ou o envelope? Com certeza você vai me responder que é a carta, portanto; não foi Maria que trouxe a mensagem para o povo, foi o que estava dentro dela, então a salvação não estava em Maria, mais estava dentro de Maria. Simbolicamente Maria é o envelope e Jesusé a carta, que está dentro do envelope ou seja a Palavra de Deus revelada aos homens.

O SOFRIMENTO

Como nós sabemos, foijesus que sofreu por mim e por você, e não Maria, mais; como Maria era mãe de Jesus ela sofreu ao velo passar por todo aquele sofrimento na cruz, ela e seu filho João, irmão de Jesus (João: 20.26- 27)

Não foi Maria que morreu por mim!                                                                                                   Não foi ela que recebeu os cravos nas suas mãos!                                                                                              Não foi ela que usou a coroa de espinhos!

 

Não foi Maria que derramou sangue, e não foi Maria que nos deu a salvação,Não foi Maria que se entregou em meu lugar na verdade ela foi muito privilegiada, por ser escolhida como mãe do Salvador.

Na época de Maria,existia muitas mulheres santas também, se Deus quisesse poderia ter escolhido outra mulher mais com certeza ela foi muito agraciada por Deus, por isso o Anjo lhe falou aquelas palavras.

Quem sabe, alguém de alguma forma, pode até discordar de mim ou de alguma coisa que escrevi nesse artigo, mais é a bíblia amado, não posso mudar.

De forma nem uma tenho nada contra Maria, ela foi uma mulher santa e é a nossa irmã na fé o seu espirito está guardado em Cristo.

MARIA É MEDIADORA?

Um mediador é uma pessoa que intercede por outra ,ou fala em lugar de outra pessoa, ou seja quando eu oro não é Maria que ouve a minha oração e leva para o pai, na verdade falando de ser humano não tem ninguém no céu, as pessoas que morreram em Cristo estão no seio de Abraão, inclusive Maria.

As pessoas que morreram sem Deus está no hades, esperando o dia do juízo, e Deus está no seu auto e sublime trono, a bíblia diz que; só a um mediador entre Deus e os homens que é Jesus Cristo, (1 Timot. 2. 5).

Sabemos que só Deus pode ouvir as nossas orações e nos dá a nossa resposta, imagine comigo; se Maria fosse mediadora entre Deus e os homens, então no mínimo ele teria que ser onipresente ou seja: Ela tinha que está em todo lugar ao mesmo tempo, para ouvir as orações de todos os crentes da face da terra ao mesmo tempo, então; isso já está fora da bíblia não tem base nas escrituras.

O único que é onipresente e tem a capacidade de ouvir as orações de todos os seus santos da face da terra é o grande Deus, nem o diabo pode está em todo lugar ao mesmo tempo, nem que ele tenha que gastar, um centésimo de segundo para viajar mais o Infeliz tem que viajar.

Então, como já aprendemos só o Senhor Jesus deve receber adoração se observarmos o mandamento lá em (Êxodo: 20.3) veja o que diz :Não terás outro Deus diante de mim, veja o que Jesus falou em  ( João. 17. 3) E a vida eterna é esta, que ti conheçam a ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem enviaste.

CONCLUSÃO

Ao longo da sua vida, por sua limitada humanidade, Maria não entendeu todos os aspectos do ministério do seu Filho, mas, sempre soube o seu papel e o desempenhou com discrição, jamais buscando ocupar um lugar central na vida e ministério de Jesus. Os evangelhos não denunciam nenhuma posição de destaque que coloque Maria acima de qualquer pessoa. Ela não foi, em momento algum, o centro das atenções.

O realce maior que se dá a essa mulher extraordinária é a posição de serva do Senhor, tomando como destaque o único mandamento que ela deixou: “Fazei tudo o que ele vos disser”(João 2:5).

Que Deus nos ajude a imitar a essa bem-aventurada mulher, e jamais colocá-la num pedestal que nunca Deus a colocou, nem ela jamais aceitaria, mas imitando seu exemplo como humilde serva de Deus. Amém!

 

Evangelista Isaias Silva de Jesus

Igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério Belém Em Dourados – MS




MARIA DEVE SER ADORADA? O QUE DIZ A BÍBLIA?

Nesse artigo; nós vamos falar um pouco sobre Maria, vamos ver o que a bíblia fala sobre ela em relação a adoração e a Jesus, e vamos estudar também; sobre a questão dela, que foi m ã e do salvador aqui na terra, e várias outras coisas sobre ela assuntos todos dentro da palavra de Deus.

MARIA A MULHER AGRACIADA POR DEUS.

Sabemos que Maria foi uma mulher santa, justa e guardadora da lei de Deus, ela foi uma pessoa que Deus a amava, Maria é um dos personagens mais importantes da bíblia, veja o que o anjo falou para ela: (Lucas 1.28) E entrando o anjo a ela disse: Salve agraciadao Senhor é contíguo bendita és entre as mulheres.

Veja outro versículo: (Lucas: 1.30,31) Disse-lhe então o Anjo: Não temas porque achasse graça diante de Deus eis que o teu ventre conceberas e dará a luz a um filho e por lhes as o nome de Jesus.

Antes mesmo de Maria nascer já existia pelo menos, uma profecia sobre ela, veja na bíblia: (Isaías: 7.14) mesmo assim muitas pessoas tem uma visão errada em relação a Maria.

Obs. Existem duas expressões que é usada para Maria: Cheia de grassa, e agraciada cheia de grassa é uma coisa e agraciada é outra coisa diferente. O anjo falou: Salve agraciada; cheia de graça é usado pelo homem e agraciada é usado pelo anjo.

Agraciada:

Significa dizer que ela recebeu um favor ou uma graça de Deus, uma benevolência algo que ela não merecia, e Deus por sua boa vontade quis realizar na sua vida, e lhe dar aquele privilégio, que foi ser escolhida como mãe do salvador.

Cheia de grassa:

Dessa forma, subtende que, ela já t em aquela grassa e que ela é cheia de favores, algo que é dela mesma e não Deus que deu. Se essa, expressão for compreendida dessa forma, esta incorreta, o mais correto é dizer:  Agraciada, que está de acordo com as escrituras.

MARIA E SUA VIRGINDADE.

Maria estava desposada com José ("prometida em matrimónio") eles ainda não estavam juntos, e ela achou-se ter concebido do Espirito Santo, José só conheceu a Maria, depois que ela teve a Jesus, antes disso ela era virgem, só depois José a conheceu.

Depois que Jesus nasceu; ela teve mais quatro filhos: Tiago, José, Simão e Judas, (Mateus: 13.55) a partir dai Deus ele é unigénito ou único agora aqui na terra como filho de Maria ele era o primogénito ou primeiro.

ELA PRÓPRIA FALA QUE ERA UMA PECADORA.

Quando Mariateve a Jesus observe bem o que ela falou: (Lucas:1.46,47) a minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus o meu salvador. Uma pergunta: Quem precisa de um salvador? Claro é um pecador então; Maria está dizendo no texto que era uma pecadora, mais se ela era uma pecadora a pergunta é: Como pode um pecador ser adorado?

Maria embora, santa, privilegiada por Deus, escolhida e amada mais ela era ser humano, como todos nós, sujeita as mesmas paixões contudo ela buscava a santificação e santificava sua vida, e era fiel a Deus. Maria também era uma pessoa humilde, tanto de condições financeira como de coração (Lucas:1.48) e (Lucas:.2.7). Depois que Maria foi escolhida como mãe de Jesus a partir de então ela passou a ser conhecida, por todas as gerações. (Lucas; 1.48)

A AUTORIDADE DOS PAIS.

Temos que entender uma coisa; quando uma mãe tem um filho, nós sabemos que o filho, tem que obedecer a mãe, e que a mãe tem autoridade sobre o filho, ou os pais tem autoridade sobre o filho como queira falar, só que no caso de Jesus e Maria é diferente, em relação a mãe e filho.

MARIA ERA REALMENTE MÃE DE JESUS?

Tem pessoas que fala: Maria a mãe de Deus, ora; como nós sabemos, Deus não teve mãe correto? Ele é o início de tudo e o fim agora; considerando a pessoa de Jesus, como todos nós sabemos que Jesus é Deus (João: 1.1) quando ele veio aqui na terra, ele tinha duas natureza a humana e também a divina, então; se forcemos considerar Jesus só como homem, Maria é mãe dele, agora; vendo Jesus como Deus; Maria já não é mãe dele ela é submissa a ele ou seja; é abaixo dele.

Jesus como homem não teve pai aqui na terra, e como Deus não teve mãe. A bíblia diz: Honra a teu pai e tua mãe, para que se prolongue os teus dias na terra, como a bíblia diz que Jesus veio cumprir toda a l e i , então Jesus foi obediente aos seus pais porém; precisava cuidar das coisas do seu pai celestial (Lucas: 2.49)

O VINHO.

Lá na festa de Caná da Galileia em (João: Cap.2) na festa de casamento quando faltou vinho, Maria falou com Jesus ela como mãe, falou como que dando uma ordem a Jesus ela falou: Faltou vinho (João:2.3) e Jesus disse: Que tenho eu contigo mulher, ainda não é chegada a minha hora (Lucas:2.4) e Maria falou; (v.5) Fazei tudo quando ele vos disser.

Então: Tem pessoas que diz que server a Maria, o mandamento de Maria é obedecer a Jesus, se você não faz a vontade de Jesus então; você não obedece o que Maria falou resumindo, Maria não pode ser adorada ou idolatrada o único que deve adorado é Jesus.

A ADORAÇÃO

Uma certa vês, Jesus estava fazendo milagre, e teve uma mulher no meio da multidão se saltou e disse: Bem aventurado o ventre que te trouxe e os peitos que mamaste (Lucas: 11.27). O povo já queria idolatrar a Maria, e Jesus cortou na ora e disse: Antes bem aventurado os que ouve a palavra de Deus e as guarda (Lucas:11.28) a ninguém devemos prestar adoração a não ser a Deus.

Lá Em (Apocalipse: 21.9) um dos 7 anjos que tinha as setes taças, cheias das últimas sete pragas na mão, o Anjo revelou a João os últimos, acontecimento, e João, queria adorar o anjo; veja: (Ap.22.8 ) Eu João sou aquele que vi e ouvi estas coisas e havendo ouvido, me prostrei ao pé do anjo para adorar.

Entenda que é um anjo que vê Deus que vive diante de Deus, que contempla a sua glória e seu poder, veja o que o Anjo disse: Olha não faças tal por que eu sou conservo teu ("enviado para servir") e dos teus irmãos profetas, e dos que guarda as palavras desse livro adora a Deus. O próprio Anjo mandou João adorar a Deus e não aceitou a adoração.

A própria Maria não iria aceitar adoração, se Maria fosse aceitar adoração ela mesma estaria pecando contra Deus, e como ela era uma mulher santa e justa de forma Nem uma ela iria aceitar ser adorada.

EXEMPLO SIMBÓLICO DA CARTA E DO ENVELOPE.

Antigamente a alguns tempos atrás para nós nos comunicarmos usávamos as cartas, era através delas, a nossa comunicação.

Hoje a ciência se multiplicou e a mídia evoluiu. Colocávamos a carta no envelope e enviávamos para alguém da nossa família. Uma pergunta: Qual é o mais importante a carta ou o envelope? Com certeza você vai me responder que é a carta, portanto; não foi Maria que trouxe a mensagem para o povo, foi o que estava dentro dela, então a salvação não estava em Maria, mais estava dentro de Maria. Simbolicamente Maria é o envelope e Jesus é a carta, que está dentro do envelope ou seja a Palavra de Deus revelada aos homens.

O SOFRIMENTO

Como nós sabemos, foi jesus que sofreu por mim e por você, e não Maria, mais; como Maria era mãe de Jesus ela sofreu ao velo passar por todo aquele sofrimento na cruz, ela e seu filho João, irmão de Jesus (João: 20.26- 27)

Não foi Maria que morreu por mim!                                                                                                   Não foi ela que recebeu os cravos nas suas mãos!                                                                                              Não foi ela que usou a coroa de espinhos!

 

Não foi Maria que derramou sangue, e não foi Maria que nos deu a salvação, Não foi Maria que se entregou em meu lugar na verdade ela foi muito privilegiada, por ser escolhida como mãe do Salvador.

Na época de Maria, existia muitas mulheres santas também, se Deus quisesse poderia ter escolhido outra mulher mais com certeza ela foi muito agraciada por Deus, por isso o Anjo lhe falou aquelas palavras.

Quem sabe, alguém de alguma forma, pode até discordar de mim ou de alguma coisa que escrevi nesse artigo, mais é a bíblia amado, não posso mudar.

De forma nem uma tenho nada contra Maria, ela foi uma mulher santa e é a nossa irmã na fé o seu espirito está guardado em Cristo.

MARIA É MEDIADORA?

Um mediador é uma pessoa que intercede por outra ,ou fala em lugar de outra pessoa, ou seja quando eu oro não é Maria que ouve a minha oração e leva para o pai, na verdade falando de ser humano não tem ninguém no céu, as pessoas que morreram em Cristo estão no seio de Abraão, inclusive Maria.

As pessoas que morreram sem Deus está no hades, esperando o dia do juízo, e Deus está no seu auto e sublime trono, a bíblia diz que; só a um mediador entre Deus e os homens que é Jesus Cristo, (1 Timot. 2. 5).

Sabemos que só Deus pode ouvir as nossas orações e nos dá a nossa resposta, imagine comigo; se Maria fosse mediadora entre Deus e os homens, então no mínimo ele teria que ser onipresente ou seja: Ela tinha que está em todo lugar ao mesmo tempo, para ouvir as orações de todos os crentes da face da terra ao mesmo tempo, então; isso já está fora da bíblia não tem base nas escrituras.

O único que é onipresente e tem a capacidade de ouvir as orações de todos os seus santos da face da terra é o grande Deus, nem o diabo pode está em todo lugar ao mesmo tempo, nem que ele tenha que gastar, um centésimo de segundo para viajar mais o Infeliz tem que viajar.

Então, como já aprendemos só o Senhor Jesus deve receber adoração se observarmos o mandamento lá em (Êxodo: 20.3) veja o que diz : Não terás outro Deus diante de mim, veja o que Jesus falou em  ( João. 17. 3) E a vida eterna é esta, que ti conheçam a ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem enviaste.http://estudodabibliaonline.com/maria/